terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Você conhece o Mickey?
O Mickey, sim o Mickey Mouse, personagem de Walt Disney, o par de orelhas mais fomosas do mundo.
Dificilmente alguém não conhece este que pode ser considerado o personagem mais famoso do mundo dos desenhos animados.
Mickey foi o ponto de partida para um império gigantesco que hoje inclui redes de televisão, parques, estúdios, e mais uma centena de outros negócios.
E uma corporação tão grande tem lá os seus segredos. Um deles é fazer marketing do jeito Disney.
Voltemos um pouco na teoria. Uma dos P’s do marketing é o referente a produto, e neste P tratamos de assuntos referentes ao produto, inclusive a criação de produtos baseados nas necessidades dos clientes.
Voltando a Disney. Os parques da Disney foram criados para que as crianças inexperientes pudessem brincar lado a lado com as crianças “experientes”, os adultos.
E neste quesito eles foram muito felizes, pois construíram um parque onde a realidade não entra. Criaram verdadeiramente um mundo novo, completamente diferente do mundo real, pois o mundo Disney pertence a categorias relacionadas com fantasia ou sonho.
Quando alguém compra um pacote para Disney não está comprando ingressos para um parque. Esta comprando ingressos para a fantasia. Trabalha-se na Disney com o intangível dos sonhos, da fuga da realidade.
Outro ponto a se destacar na estratégia de marketing do grupo é a sinergia entre o grupo.
Um dos maiores sucessos da Disney se chama Piratas do Caribe. Esta franquia começou com um brinquedo dentro do parque. Um dos mais famosos e visitados. A partir dele criou-se um enredo de um filme, que virou sucesso absoluto de bilheteria em todo o mundo, que girou um grande número de licenciamento de produtos em cada canto do mundo. Uma verdadeira fábrica de sucesso é dinheiro.
Analisar o marketing utilizado pela Disney requer muito mais do que um post neste blog. Requer um livro inteiro. Alias, livros diversos já foram escritos sobre isto.
Aqui a partir de hoje postaremos pequenas notas sobre algumas ações empreendidas pela Walt Disney Company.
Boa semana!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Super Bowl 2010 - Sonhos de consumo publicitário.
Para o publicitário americano, ter um comercial veiculado durante o super bowl é o acontecimento de uma vida, ou melhor o reconhecimento de uma carreira.
É dado tanta importância a este tema que todos os anos é feita uma eleição "informal" para agraciar o melhor comercial do super bowl.
O deste ano foi um comercial do Google. Assista aqui.
Um belo exemplo de marketing esportivo, e uma demonstração de força do segmento. Será que um dia veremos algo similar na final do campeonato brasileiro de futebol?
Viva o Super Bowl.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Futebol, religião, politica se discutem? E como fazer ações de marketing então?
Me veio na hora um pensamento. Mineiro é defensor de suas idéias e ídeais como poucos. Assim sendo, será que um torcedor do Cruzeiro tomará cerveja, ou mesmo entrará neste bar?
A rivalidade entre os dois times é grande aqui em Belo Horizonte, e a tematização deste bar partiu de um acordo de parceria que a Brahma firmou com o Atletino em agosto de 2009. Veja aqui.
Este mesmo acordo foi fechado também com o Cruzeiro para evitar desagradar a outra parte dos torcedores mineiros. Do jeito que são uns deixariam de beber determinada cerveja porque o outro time é apoiado por esta... Alias, em termos de patrocinios normalmente estes são acertados com os dois clubes. Sempre os mesmos patrocinios para os dois clubes, talvez por medo de desagradar.
Não tenho foto para postar, pois meu celular estava descarregado. Mas assim que passar por lá novamente farei as fotos...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Marketing esportivo promovendo o exodo europeu.
Quem diria anos atrás que grandes jogadores do nível de Ronaldo, Robinho, Adriano Imperador e outros saíriam de grandes clubes europeus e viriam reforçar os nossos clubes locais?
Grandes jogadores latinos também tem feito este caminho de volta, voltando a jogar nos clubes de seus países de origem ou nos vizinhos.
O que aconteceu? Jogadores que tanto valorizavam o dinheiro agora estão jogando por amor ao clube?
Talvez isto pese um pouco, mas o que mais pesa é que os clubes brasileiros estão aprendendo a usar o marketing para gerar receitas e com isto manter estes jogadores em seus elencos.
Ronaldo no Corinthians bateu recordes de vendas de camisas em apenas 1 dia de venda. Fora isto é garoto propaganda de várias marcas que apoiam o clube do Parque São Jorge. Estes jogadores são "imagens" que qualquer empresa gostaria de estar associada. Fora isto são "outdoors" que gingam seus corpos atrás da bola em cadeia nacional.
O último jogador a voltar para as terras tupiniquins foi Robinho. Voltou para o Santos para jogar até agosto e foi recebido como um rei pelo rei do futebol. Pelé foi recepciona-lo em sua apresentação de pompa, com direito até a chegada de helicoptero.
E com isto ganham todos. A torcida que tem um prazer maior de ir ao campo ver seus ídolos em ação, os clubes que aumentam sua receita, os jogadores que estão "em casa" e o brasileiro em geral que gosta de futebol e tem visto jogos mais disputados pelos times mais competitivos.
Ainda veremos o campeonato brasileiro sendo assistido pelos europeus...
E aí sim a inversão estará completa.
Viva o marketing ajudando a elevar a paixão maior do Brasileiro.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Quer ganhar uma fantasia de homem lata da Skol?
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Marketing turístico - São Paulo é tudo de bom
Gosto sempre de lembrar que as bases do marketing servem para qualquer tipo de negócio, apenas sendo adaptado em algumas particularidades de cada segmento. Por isto, queria postar aqui exemplos de como o marketing pode ser bem ou mal utilizado, mostrando os caminhos para que um hotel, um destino, uma Cia aérea ou outro partner desta cadeia, pode utilizar as ferramentas do marketing com sucesso.
Antes de qualquer coisa sempre insisto que é preciso planejamento.
Acompanho há muitos anos os esforços de capitais brasileiras não praianas tais como São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte, para se destacarem como cidades com apelos turísticos, e assim atrair não apenas executivos em viagens de negócios, mas viajantes que procuram por um pouco de lazer.
O que estas cidades têm em comum além do fato de não terem praia? No quesito marketing turístico elas têm a necessidade de “criar produtos” que sejam atrativos aos turistas.
O exemplo de hoje vem de São Paulo. “Capital” brasileira, cidade que nunca dorme, etc.
São Paulo concentra boa parte das sedes das principais empresas brasileiras, e por isto é uma cidade muito grande com uma infra-estrutura para atender o visitante de porte, composta por hotéis, receptivos e bons restaurantes.
Durante a semana os hotéis sempre estão movimentados, porém no final de semana estes mesmos hotéis ficam muito vazios.
Para lutar contra isto e trazer turistas de lazer para a cidade o São Paulo Convention & Visitors Bureau faz um bom trabalho promovendo São Paulo como uma cidade de muitos atrativos.
Atualmente com o mote “São Paulo é tudo de bom”, a entidade criou junto aos parceiros roteiros dos mais diversos, tais como de compras, cultural, esportivo, histórico e outros. Promovendo eventos e promoções, participando de feiras internacionais e vendendo muito sua imagem o trabalho começa a dar retorno.
Noticia de da Folha de São Paulo do dia 22 de janeiro de 2010, mostra que a capital teve um crescimento de 37,8% no número de turistas na cidade entre os anos de 2004 e 2009. Veja reportagem aqui,
Além disto a cidade é destaque em vários guias de viagem internacionais, que renderam até mesmo guias específicos para a cidade.
Planejamento e muito trabalho serio leva a isto.
Parabéns São Paulo pelo seu aniversário que se aproxima e pela conquista destes índices.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Morangos em forma de coração...
Se você é proprietario de um restaurante, que tal oferecer morangos em forma de coração em uma sobremesa a ser oferecida para aquele casal que foi comemorar uma data especial em seu restaurante?
Gostou da ideia, mas é complicado cortar um morango assim?
Não precisa cortar. Só comprar pronto. Um australiano desenvolveu a técnica.
Direto da BBC Brasil, postado no site da Folha Online.
Cada uma que aparece.
Skol no carnaval 2009 - Simples comercial ou street marketing a vista?
Voltando as atividades.
Para quem diz que tudo só volta a funcionar no Brasil depois do carnaval mostramos que está errado. O buteco do marketing voltou antes do carnaval. Alias, voltamos para falar de carnaval.
A Skol está com um comercial para enfatizar a cerveja no carnaval.
Um video muito bem sacado mostra 6 amigos vestidos de lata de skol em diversas situações.
Assista ao video aqui.
Depois de ver o video fica a pergunta, será que veremos muitos foliões anonimos vestidos de lata de skol nas ruas carnavalescas do Brasil? O mote já foi dado. No video já tem até a cantada pronta. Será que esta foi a estrategia pensada por tras deste comercial? Incentivar os foliões a promover esta cerveja de forma involuntaria? Seria uma ação de street marketing muito bem pensada, não tenho duvidas.
Se eu me deparar com alguem vestido assim no carnaval posto aqui depois. Mas volto antes do carnaval, falando um pouco sobre marketing turistico. E também para seguir com a serie “Marketing Funciona?”.
Vou ali tomar uma redonda e pensar na minha fantasia do carnaval (não, não será uma fantasia de lata de Skol), valeu!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
No Midia - Viagra
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Mac Donalds Verde?
Vermelho e amarelo? O que faz então esta logo em verde e amarelo.
Não, o Mac Donalds não tropicalizou a sua identidade visual no Brasil. Esta foto é de uma das unidades da empresa na Alemanha. A primeira que aderiu a nova imagem verde da empresa. Preocupada com os rumos de sua imagem o Mac Donalds alterou a sua logomarca. Sai o vermelho e entra o verde. Mais do que mudar a logomarca eles querem gerar a identificação com a causa, utilizando os conceitos sustentáveis em suas lanchonetes.
Em época de Convenção Climatica de Copenhagen pega bem se associar com esta causa. Até mesmo para a sexta marca mais valiosa do mundo.
Ainda não sabemos se e quando esta novidade vai se espalhar pelo planeta, nem mesmo se vai chegar até aqui o Brasil. Mas convenhamos, tudo pintado de verde e amarelo fica bonito hein? Rsss
Nota original do The Independent aqui.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
A maldição do brindisinho, do flyerzinho e outras historias.
Acho que devia uma melhor explicação sobre o porque de se escrever esta série.
Em um mercado competitivo temos uma fórmula que tende a se tornar explosiva.
Muitos fabricantes de brindes, gráficas e revistas, todos querendo vender seus produtos. Grande competição aqui por qualquer venda. Vamos chamar esta turma de “X”.
Do outro lado temos muitas empresas em qualquer ramo de atividade disputando seus mercados. Aqui também temos muita competição. Esta turma então será a “Y”.
Do lado X, por conta da competição as empresas se lançam vorazes sobre qualquer tipo de empresa que pareça como um possível cliente. Como a competição é acirrada, pagam-se salários ou comissões baixas para vendedores extremamente despreparados, que oferecem seus produtos a torto e a direita, sem nenhum direcionamento e nenhuma preocupação se aquela é a solução de mídia para aquele cliente. Um exemplo de vendedores despreparados aqui. Ou um mais recente. Recebi na minha empresa há duas semanas um atrapalhado vendedor que chegou aqui de paraquedas. Estava passando na porta e resolveu entrar. Quando fui atender o rapaz ele já chegou a minha mesa com uma Squezze na mão, me falando que era o brinde ideal para minha empresa, porque as pessoas as levam para todos os lugares e blá-blá-blá. Enquanto ele falava, eu pensava nas muitas squezzes que já ganhei em minha vida. Resumindo sem nem querer conhecer o meu negocio o cara já me apresentou a solução dos meus problemas.
Do lado Y, temos empresas que querem fazer de tudo para se sobressair em seus mercados, e vêem na visita destes vendedores a solução para seus problemas. O problema aqui é outro. Com visões limitadas e pouco conhecimento sobre estratégias de marketing estes empresários empregam seu dinheiro em mídias que nem sempre vão lhe trazer o retorno esperado, ou mesmo o retorno sobre o próprio dinheiro gasto naquela ação.
Este cenário se repete com as gráficas que propõe para as empresas flyers, cartazes e outros, ou com as editoras que oferecem anúncios em suas revistas e jornais também sem se preocupar se aquilo é vantajoso para aquela empresa.
Como sair desta ciranda? Para começar a nossa turma X deveria se preocupar não em vender brindes, gráficas e anúncios. Ao contrario disto, poderiam tentar enxergar as necessidades de cada empresa, e a partir daí oferecer soluções e não mais brindes e outros. Quando partimos para esta visão de solução todos ganham. Ganha a gráfica que oferecendo uma solução terá o cliente satisfeito e fará outros negócios com ele. Ganhará também o cliente que verá seu investimento em marketing retornar em forma de mais negócios e por isto anunciará mais, comprará mais brindes e fará mais material gráfico.
Concluindo, se estes vendedores fizessem um esforço para conhecer um pouco do negócio do cliente, de seu processo de venda e de seus clientes ganhariam todos.
Pense nisto e acompanhe a nossa serie.
Abraços
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Serie Marketing Funciona? Exemplos de Segmentação
A materia fala sobre as empresas sem preconceito e que criaram produtos direcionados para este público.
Confiram.
Série Marketing Funciona? Parte 2: Ainda conhecendo seu consumidor, agora segmentado!
Segmentação é uma forma que utilizamos para separar nossos clientes, ou targets em grupos segundo características comuns. Estas características podem ser de quatro formas a se saber:
1 - Geográfica – Separa as pessoas em critérios geográficos: Rua, bairro, cidade, estado, região, pais, etc.
2 – Demográfica – Separa pelas características médias da população, por exemplo: Renda, sexo, idade, profissão, escolaridade, religião, etc.
3 – Psicográfica – Neste quesito itens como estilo de vida, opiniões e personalidade dão a Tonica. Por exemplo podemos pegar as pessoas que gostam de levar a vida de forma saudável.
4 – Comportamental – Aqui selecionamos as pessoas segundo suas motivações para comprar ou consumir. Um exemplo, pessoas que compram carros caros pelo Status que a marca o confere. Sua motivação é a de comprar bens que lhe dão status.
Consumidores podem ser segmentados em uma, várias ou todos os itens. Depende do produto ou serviço. Segmentar seus clientes e/ou prospects e muito importante, pois a partir daí nossas estratégias passam a ser mais certeiras, pois temos como estudar o comportamento destes consumidores, e entender qual a melhor forma de aborda-los, onde e como anunciar, como faze-lo comprar mais de uma vez nossos produtos.
Aprofunde-se, vá a fundo. Há ótimos livros sobre comportamento do consumidor que vai abordar estes aspectos básicos aqui postados até outros mais complexos.
Sugestão? Comportamento do Consumidor de Engel, Blackwell e Miniardi.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Pesquisa sobre comportamento do consumidor de agências de viagem em Belo Horizonte
A pesquisa tinha como objetivo identificar o comportamento de compra dos clientes e não clientes de agências de viagens na hora de comprar seus pacotes para viajar.
Os resultados revelados por esta pesquisa foram muito interessantes, dando destaque a itens como qualidade de atendimento levando os passageiros a comprarem ou a não comprarem suas viagens em determinadas agências.
Coloquei a analise e os resultados da pesquisa no 4shared. Link aqui.
Quem quiser baixar, compartilhar, utilizar... Fiquem a vontade. Apenas coloquem os devidos créditos.
Quem quer convites para surfar o Google Wave
Adicione o perfil do Buteco do Marketing no Twitter e envie um twitt @butecodomkt completando a frase "O Marketing..."
Apresse-se, participarão da promoção as frases postadas até o sábado.
O resultado sai na segunda.
Acessa lá...
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Serie Marketing Funciona? Parte 1: Conhecendo seu consumidor
Do começo, você abriu seu negócio, uma lanchonete, uma fábrica ou uma loja. Já tem um pequeno estoque, alguns clientes, mas o negócio não anda. O que será que acontece?
Antes de sair por aí mandando imprimir folhetos, comprando brindes ou mandando anunciar no jornal do bairro pare um instante.
Você conhece o seu cliente? Sabe do que ele gosta, o que faz com o seu produto, como compra, quem decide o que ele vai comprar, se faz dieta ou quanto gasta por mês em produtos similares aos seus? Conheça seu cliente antes de qualquer coisa. Conhecendo seu cliente você vai saber como atingi-los, como conversar com eles entre outros.
Então mãos a obra.
Defina antes de mais nada quem é o seu cliente.
Definido isto faça as perguntas básicas:
Quem é o seu cliente? Ou qual o perfil de seu cliente?
O que ele compra, como faz para comprar?
Quanto paga?
Qual é o uso de seu produto para ele?
O que fará ele comprar o seu produto e não o produto do seu concorrente?
Qual a idade dele, seu sexo, renda, localização geográfica.
São inúmeros os questionamentos, dependendo do seu ramo de atividade, mas o mais importante é fazer as perguntas certas, é identificar os seus motivos de compra.
Para aprofundar sobre isto procure artigos sobre comportamento do consumidor, comportamento de compra, psicologia do consumo/compra, segmentação e público alvo.
Continuamos com o nosso composto de marketing semana que vem.
Voltamos!!!
Mais um longo tempo longe do blog.
Foram dias difíceis. Perdi meu pai, mudanças de emprego e outras coisas.
Mas a vida segue e o blog também tem que seguir.
Novidades vindo por aí. Novos assuntos. Vamos voltar a falar sobre o composto de marketing conforme prometido.
Vou aproveitar e postar aqui um link para um dicionário de marketing, com alguns verbetes que volta e meia aparecem por aqui. O dicionário foi feito pelo site mundo do marketing e pode ser acessado clicando aqui. Muito útil este glossário.
Volto depois falando um pouco sobre comportamento do consumidor.
Até!
sábado, 29 de agosto de 2009
Marketing funciona??? Porque não funciona para minha empresa????
Diversas vezes postei aqui fotos de oportunidades perdidas, de marketing mau e outros bem feitos. Para uma ação trazer retorno um passo a passo tem que ser feito. Definir público alvo, estudar a respeito dele, como se comunicar, etc. Vou escrever aqui sobre o passo a passo do marketing na proxíma semana. Antes só vou cumprir o prometido e postar sobre a mudança de identidade na FIAT. Bom final de semana!!!!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
As marcas envelhecem?
As marcas envelhecem? Se elas envelhecem porque umas não mudam sua identidade visual ao passo que outras mudam sempre, quase de forma imperceptível, e outras mudam radicalmente?
Marcas de luxo normalmente pouco alteram sua imagem. Vejamos a Mercedez ou a por exemplo. Sua marca nada se alterou desde a criação. Quem não conhece e reconhece a estrela de 3 pontas dentro do circulo. Já se tornou um ícone, ou um memê. Você o vê e já associa com a marca Mercedez.
Outra turma é das marcas que renuvenescem suas marcas
Falando em rejuvenecer, outra grande montadora automobilística mudou sua logomarca 3 vezes em menos de 10 anos. Do tradicional FIAT escrito inclinado sob um fundo azul a nova cara foi o escrito em outra fonte, em pé sob uma espécie de escudo com fundo azul. Esta cara durou pouco tempo, quando o escudo cresceu um pouco e ficou com mais curvas e o azul foi trocado pelo vermelho. Alias, esta historia da Fiat dá tanto pano pra manga que volto depois só para falar dela.
Mas continua a pergunta: As marcas envelhecem???
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Feito por você, e aí? Vai comprar?
Quando Henry Ford lançou o Ford T, primeiro automóvel produzido em série, este podia ser da cor que o cliente desejasse, nas palavras do próprio Ford, desde que fosse da cor preta.
Desde então os carros evoluiram muito, investimentos em design, aerodinamica, novas cores, novos materiais, motores mais pontentes, mais económicos, carros menores, maiores, mais leves, etc.
Chegamos aos anos 2000 e após uma pesquisa descobriu-se que carros com um número maior de nichos, os popularmente chamados porta-trecos eram os preferidos do público feminino, decisor de compra na maioria dos casos de compra de automóveis em uma família. Nasceu o Fiat Ideia, com inúmeros porta objetos, desde o teto até em baixo dos bancos e nas portas e paineis.
Carros customizados também estão na moda há algum tempo. Vide a quantidade de programas televisivos que pegam carros velhos de seus telespectadores e os renovam incluindo sistemas de som e dvds, além de inúmeras outras personalizações.
Qual o objetivo disto? No primeiro caso, ao aproximar o carro das necessidades de seu público consumidor, as montadoras aumentam a venda deste modelo, pois ele atende as necessidades destes consumidores. Além disto, ainda fica aquele gostinho de que o carro foi feito depois de escutarem a minha opinião.
Reflexo disto também são as customizações citadas. Ter um carro único, com elementos escolhidos pelo próprio usuário e sonho recorrente.
Indo muito a fundo dentro desta linha a Fiat lançou o projeto Fiat Mio, onde através do site www.fiatmio.cc, qualquer um pode dar palpites sobre tudo em relação ao carro. Como deve ser a abertura das portas, o tipo de tecido para o banco, motorização e diversos itens estão sendo sugeridos pelos internautas.
Não tenho noticias de outro produto que foi desenvolvido neste método, por isto, resta esperar pelo resultado. Principalmente pelos resultados de vendas deste produto.
Fiat Mio - Um carro para chamar de seu, feito por você, e aí? Vai comprar?






