Há algum tempo estava ensaiando um artigo falando sobre como o marketing esportivo está sendo alavancado no Brasil Pré Copa do Mundo.
Os amantes do esporte bretão já devem ter se cansado de ver jogadores comemorando gols ao estilo João Sorrisão, mascote criado pela Venus Platinada Rede Globo para promover sua marca aos quatro cantos do Brasil.
Não tem jeito, basta um jogador fazer gol até em peladas entre amigos que lá vem a comemoração do João.
Faça uma busca do Youtube e veja a quantidade de vídeos relacionados.
Bom, aos que não se recordam, na copa de 1994, os gols do Tetra Brasileiro eram comemorados com o dedo indicador para cima, numa clara referência à Brahma Chopp, patrocinadora da seleção brasileira.
O que mudou de 1994 para cá? Basicamente tudo. 1994 talvez tenha marcado o início das estratégias alternativas dentro do futebol, que hoje despontam com estratégias de massificação como esta da Globo ou com estratégias de lembrança de marca, como a noticiada hoje na Folha de São Paulo, onde a diretoria do Palmeiras incentivou os jogadores a comemorar seus gols simulando o ato de dirigir um carro, "homenageando" seu maior patrocinador, a Fiat automóveis, que comemora este ano 35 anos no Brasil.
Em uma outra visão, este casamento Futebol + Marketing está adiando a saída para o exterior de jovens craques, como o Ganso ou Neymar, que graças a acordos de patrocínio exclusivos podem adiar suas estréias em campos europeus.
Mas apesar de cases que surgem, tudo isto ainda é muito recente no Brasil, e muitas das estratégias ainda são testes para se chegar a um formato que se reflita em exposição e retorno para os anunciantes.
E segue o jogo rumo a 2014!
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Marketing esportivo e o Ronaldinho Gaucho no Flamengo
Mais do que o bom futebol que o jogador Ronaldinho Gaúcho apresenta, Grêmio, Palmeira e Flamengo disputavam milhões de reais que o jogador renderá aos cofres do Flamengo.
Até hoje, as receitas dos times vinham basicamente de 5 fontes:
- Renda de direitos de televisão
- Vendas de ingressos
- Licenciamento da marca para objetos diversos e vendas de camisas
- Venda de jogadores
- Patrocínios
Hoje com estratégias pautadas na gestão de marketing, os clubes, liderados pelo São Paulo há muito tempo e nos últimos anos aperfeiçoado pelo Corinthians com a contratação de Ronaldo há dois anos, descobriram um mapa da mina de recursos.
A contratação de atletas do porte e fama de Ronaldo e Ronaldinho Gaucho, ou a manutenção de jovens estrelas como Neymar ou Paulo Ganso faz com que as receitas de um clube sejam multiplicadas. Contratos extras de patrocínio (calção, embaixo do braço, etc), eventos especiais, vendas de camisas personalizadas, bonecos estilizados, jogos exposição, e poder de barganha para aumentar valores de ingresso, direitos de televisão e patrocínios vigentes são só o começo da bonança. Segue-se aumento no número de torcedores, aumento da exposição do clube internacionalmente, maior valorização dos passes de todo o plantel de jogadores, etc.
A profissionalização do futebol, ainda que devagar, é um caminho sem volta no Brasil, e ele passa, necessariamente pelo departamento de marketing dos clubes. São eles que com estratégias bem pensadas levarão os clubes do lado passional do torcedor para o lado profissional das empresas. Mas como toda empresa e toda estratégia de marketing, para dar certo e render frutos, esta estratégia tem que ser pensada para o longo prazo, e ser consolidada, para que uma derrota em final de campeonato, ou a troca de comando no clube não altere os rumos deste planejamento.
Quem ganha com isto, além dos cofres dos clubes, é o torcedor, que terá a oportunidade de ver em ação jogadores de ponta, tanto brasileiros quanto estrangeiros, que em breve começarão a aportar por aqui em maior número.
Então, em defesa do Flamengo, aos que dizem que foi um mau negócio para o time e que preferiam que se contratassem 10 bons jogadores invés de um Ronaldinho vai a dica: um Ronaldinho Gaucho gera mais divisas ao clube do que o seu salário. Mesmo sem jogar o atleta vai render muito ao Flamengo, talvez não renda títulos, mas com certeza renderá dinheiro suficiente para contratar vários bons jogadores.
Até hoje, as receitas dos times vinham basicamente de 5 fontes:
- Renda de direitos de televisão
- Vendas de ingressos
- Licenciamento da marca para objetos diversos e vendas de camisas
- Venda de jogadores
- Patrocínios
Hoje com estratégias pautadas na gestão de marketing, os clubes, liderados pelo São Paulo há muito tempo e nos últimos anos aperfeiçoado pelo Corinthians com a contratação de Ronaldo há dois anos, descobriram um mapa da mina de recursos.
A contratação de atletas do porte e fama de Ronaldo e Ronaldinho Gaucho, ou a manutenção de jovens estrelas como Neymar ou Paulo Ganso faz com que as receitas de um clube sejam multiplicadas. Contratos extras de patrocínio (calção, embaixo do braço, etc), eventos especiais, vendas de camisas personalizadas, bonecos estilizados, jogos exposição, e poder de barganha para aumentar valores de ingresso, direitos de televisão e patrocínios vigentes são só o começo da bonança. Segue-se aumento no número de torcedores, aumento da exposição do clube internacionalmente, maior valorização dos passes de todo o plantel de jogadores, etc.
A profissionalização do futebol, ainda que devagar, é um caminho sem volta no Brasil, e ele passa, necessariamente pelo departamento de marketing dos clubes. São eles que com estratégias bem pensadas levarão os clubes do lado passional do torcedor para o lado profissional das empresas. Mas como toda empresa e toda estratégia de marketing, para dar certo e render frutos, esta estratégia tem que ser pensada para o longo prazo, e ser consolidada, para que uma derrota em final de campeonato, ou a troca de comando no clube não altere os rumos deste planejamento.
Quem ganha com isto, além dos cofres dos clubes, é o torcedor, que terá a oportunidade de ver em ação jogadores de ponta, tanto brasileiros quanto estrangeiros, que em breve começarão a aportar por aqui em maior número.
Então, em defesa do Flamengo, aos que dizem que foi um mau negócio para o time e que preferiam que se contratassem 10 bons jogadores invés de um Ronaldinho vai a dica: um Ronaldinho Gaucho gera mais divisas ao clube do que o seu salário. Mesmo sem jogar o atleta vai render muito ao Flamengo, talvez não renda títulos, mas com certeza renderá dinheiro suficiente para contratar vários bons jogadores.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
O descompasso do marketing esportivo no Brasil
Algumas noticias da ultima semana, e especialmente me chamaram a atenção.
A primeira, veiculada em diversos canais foi a da proposta do Corinthians de erguer seu estádio com recursos de alguma empresa disposta a “patrocinar” o estádio, pratica recorrente mundo afora e quase nula no Brasil chamada naming rights, ou em um arranjo: direito de nome. Ou seja, a empresa que estiver disposta a bancar a construção do estádio terá direito a colocar a sua marca como nome do estádio durante um período de tempo acertado pelas partes. Um caso de sucesso é o Emirates Stadium do Arsenal da Inglaterra. Um caso tupiniquim oposto é o da Kyocera Arena, para quem não conhece a Arena da Baixada, estádio do Atlético Paranaense. Aqui no Brasil é comum o uso de naming rights em casas de shows e espetáculos, tais como o Claro Hall no RJ ou o Credicard Hall em São Paulo.
Porque o naming rights funciona no Brasil com as casas de show e não funcionam com os complexos esportivos? A principio pelo descompasso de interesses entre os diversos envolvidos. Basicamente, quando um grande time como o Corinthians vai jogar, atrai atenção da imprensa de diversas mídias, que não tem acordo com o patrocinador do complexo esportivo, e por isto mesmo não vai citar o nome da empresa sem receber por isto.
Ou seja, falta o alinhavo entre a empresa patrocinadora, o clube e a imprensa. Ouve um tempo que as grandes emissoras de TV quando transmitiam um jogo davam “um jeitinho” de não expor a logo dos patrocinadores dos clubes. Valia tudo, ângulo de câmera, efeito borrão, etc. Quando sentou-se na mesa clubes, patrocinadores e imprensa estipulou-se regras para a transmissão de partidas, como a proibição de desfocar ou outros “jeitinhos” para evitar as perdas dos patrocinadores, que investem muito para expor sua marca. E evoluímos para as salas de imprensa com fundos plotados, etc. O que falta para o naming rights pegar então? Mais uma rodada de negociações e acordos que satisfaçam todas as partes. E quem sabe partiremos para mais este passo na profissionalização do esporte bretão?
Outra noticia de descompasso que acompanhei saiu hoje. Inicialmente vi a noticia no Twitter do técnico Mano Menezes, e na sequência diversos canais eletrônicos já ditavam a noticia.
Mano Menezes é agora patrocinado pela Kaiser. Ok, mas a seleção não é patrocinada pela Brahma? Como funcionário da seleção o técnico não estaria “jogando” contra o patrimônio de uma das empresas que paga o seu salário? Não que este fato seja novidade, afinal de contas o ex-treinador da seleção Dunga era patrocinado pela Oi enquanto a seleção exibia o patrocínio da Vivo. Mas ainda sim, esta historia toda me causa muita estranheza, afinal de contas o cara é patrocinado por uma marca e quando vai dar entrevista coletiva aparece com um agasalho com a concorrente estampada. Se o contrato entre as partes não prevê nada a respeito disto, a ética pessoal ou profissional deveria valer para evitar esta situação de desgaste de 3 marcas: a da Brahma, da Kaiser e principalmente da marca Mano Menezes.
Concorda? Discorda? Opine aqui.
A primeira, veiculada em diversos canais foi a da proposta do Corinthians de erguer seu estádio com recursos de alguma empresa disposta a “patrocinar” o estádio, pratica recorrente mundo afora e quase nula no Brasil chamada naming rights, ou em um arranjo: direito de nome. Ou seja, a empresa que estiver disposta a bancar a construção do estádio terá direito a colocar a sua marca como nome do estádio durante um período de tempo acertado pelas partes. Um caso de sucesso é o Emirates Stadium do Arsenal da Inglaterra. Um caso tupiniquim oposto é o da Kyocera Arena, para quem não conhece a Arena da Baixada, estádio do Atlético Paranaense. Aqui no Brasil é comum o uso de naming rights em casas de shows e espetáculos, tais como o Claro Hall no RJ ou o Credicard Hall em São Paulo.
Porque o naming rights funciona no Brasil com as casas de show e não funcionam com os complexos esportivos? A principio pelo descompasso de interesses entre os diversos envolvidos. Basicamente, quando um grande time como o Corinthians vai jogar, atrai atenção da imprensa de diversas mídias, que não tem acordo com o patrocinador do complexo esportivo, e por isto mesmo não vai citar o nome da empresa sem receber por isto.
Ou seja, falta o alinhavo entre a empresa patrocinadora, o clube e a imprensa. Ouve um tempo que as grandes emissoras de TV quando transmitiam um jogo davam “um jeitinho” de não expor a logo dos patrocinadores dos clubes. Valia tudo, ângulo de câmera, efeito borrão, etc. Quando sentou-se na mesa clubes, patrocinadores e imprensa estipulou-se regras para a transmissão de partidas, como a proibição de desfocar ou outros “jeitinhos” para evitar as perdas dos patrocinadores, que investem muito para expor sua marca. E evoluímos para as salas de imprensa com fundos plotados, etc. O que falta para o naming rights pegar então? Mais uma rodada de negociações e acordos que satisfaçam todas as partes. E quem sabe partiremos para mais este passo na profissionalização do esporte bretão?
Outra noticia de descompasso que acompanhei saiu hoje. Inicialmente vi a noticia no Twitter do técnico Mano Menezes, e na sequência diversos canais eletrônicos já ditavam a noticia.
Mano Menezes é agora patrocinado pela Kaiser. Ok, mas a seleção não é patrocinada pela Brahma? Como funcionário da seleção o técnico não estaria “jogando” contra o patrimônio de uma das empresas que paga o seu salário? Não que este fato seja novidade, afinal de contas o ex-treinador da seleção Dunga era patrocinado pela Oi enquanto a seleção exibia o patrocínio da Vivo. Mas ainda sim, esta historia toda me causa muita estranheza, afinal de contas o cara é patrocinado por uma marca e quando vai dar entrevista coletiva aparece com um agasalho com a concorrente estampada. Se o contrato entre as partes não prevê nada a respeito disto, a ética pessoal ou profissional deveria valer para evitar esta situação de desgaste de 3 marcas: a da Brahma, da Kaiser e principalmente da marca Mano Menezes.
Concorda? Discorda? Opine aqui.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Começou a copa do mundo de 2014 no Brasil
Pois é. Ainda nem começou oficialmente a copa da África do Sul, mas para o departamento de marketing das empresas brasileiras a nossa copa já começou.
Na exame desta quinzena temos uma reportagem sobre como as empresas daqui já estão trocando experiências com as de lá para não repetir erros e repetir os acertos. Link aqui.
Faltando pouco mais de 60 dias para a copa da África outras empresas pegam carona aqui neste evento.
Já começam a ser distribuídos brindes temáticos da copa por diversas empresas, de diversos portes.
A invasão verde-amarela está começando. Quem vai ganhar este jogo?
Quem pegar carona no mote da copa que tanto emociona os Brasileiros com certeza irá ganhar.
Se a sua empresa ainda não preparou nada, ainda dá tempo. Mas lembre-se, planeje bem e foque bem o seu target. Do contrario o tiro pode sair pela culatra, ou no melhor jargão futebolístico, cuidado para não jogar contra o patrimônio e fazer um gol contra.
Críticas, sugestões ou discordâncias comentem aqui.
Na exame desta quinzena temos uma reportagem sobre como as empresas daqui já estão trocando experiências com as de lá para não repetir erros e repetir os acertos. Link aqui.
Faltando pouco mais de 60 dias para a copa da África outras empresas pegam carona aqui neste evento.
Já começam a ser distribuídos brindes temáticos da copa por diversas empresas, de diversos portes.
A invasão verde-amarela está começando. Quem vai ganhar este jogo?
Quem pegar carona no mote da copa que tanto emociona os Brasileiros com certeza irá ganhar.
Se a sua empresa ainda não preparou nada, ainda dá tempo. Mas lembre-se, planeje bem e foque bem o seu target. Do contrario o tiro pode sair pela culatra, ou no melhor jargão futebolístico, cuidado para não jogar contra o patrimônio e fazer um gol contra.
Críticas, sugestões ou discordâncias comentem aqui.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Super Bowl 2010 - Sonhos de consumo publicitário.
No último domingo, dia 07 de fevereiro foi disputado nos EUA a final do campeonato nacional de Futebol Americano, o famoso evento Super Bowl.
Este evento é visto por centenas de milhões de pessoas ao redor do mundo, e por isto mesmo a concessão da TV para transmitir o evento é caríssima, fator que além de inflacionar os contratos de exposição, cada spot de 30 segundos custa por volta de US$ 30 milhões faz com que as TV's façam rodizio a cada ano, dado ao valor da concessão.Para o publicitário americano, ter um comercial veiculado durante o super bowl é o acontecimento de uma vida, ou melhor o reconhecimento de uma carreira.
É dado tanta importância a este tema que todos os anos é feita uma eleição "informal" para agraciar o melhor comercial do super bowl.
O deste ano foi um comercial do Google. Assista aqui.
Um belo exemplo de marketing esportivo, e uma demonstração de força do segmento. Será que um dia veremos algo similar na final do campeonato brasileiro de futebol?
Viva o Super Bowl.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Futebol, religião, politica se discutem? E como fazer ações de marketing então?
Hoje a tarde estava no centro de Belo Horizonte quando passei em frente a um Bar personalizado do Atlético Mineiro - Galo.
Me veio na hora um pensamento. Mineiro é defensor de suas idéias e ídeais como poucos. Assim sendo, será que um torcedor do Cruzeiro tomará cerveja, ou mesmo entrará neste bar?
A rivalidade entre os dois times é grande aqui em Belo Horizonte, e a tematização deste bar partiu de um acordo de parceria que a Brahma firmou com o Atletino em agosto de 2009. Veja aqui.
Este mesmo acordo foi fechado também com o Cruzeiro para evitar desagradar a outra parte dos torcedores mineiros. Do jeito que são uns deixariam de beber determinada cerveja porque o outro time é apoiado por esta... Alias, em termos de patrocinios normalmente estes são acertados com os dois clubes. Sempre os mesmos patrocinios para os dois clubes, talvez por medo de desagradar.
Não tenho foto para postar, pois meu celular estava descarregado. Mas assim que passar por lá novamente farei as fotos...
Me veio na hora um pensamento. Mineiro é defensor de suas idéias e ídeais como poucos. Assim sendo, será que um torcedor do Cruzeiro tomará cerveja, ou mesmo entrará neste bar?
A rivalidade entre os dois times é grande aqui em Belo Horizonte, e a tematização deste bar partiu de um acordo de parceria que a Brahma firmou com o Atletino em agosto de 2009. Veja aqui.
Este mesmo acordo foi fechado também com o Cruzeiro para evitar desagradar a outra parte dos torcedores mineiros. Do jeito que são uns deixariam de beber determinada cerveja porque o outro time é apoiado por esta... Alias, em termos de patrocinios normalmente estes são acertados com os dois clubes. Sempre os mesmos patrocinios para os dois clubes, talvez por medo de desagradar.
Não tenho foto para postar, pois meu celular estava descarregado. Mas assim que passar por lá novamente farei as fotos...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Marketing esportivo promovendo o exodo europeu.
Demorou muitos anos para que o movimento de grandes craques invertesse seu fluxo.
Quem diria anos atrás que grandes jogadores do nível de Ronaldo, Robinho, Adriano Imperador e outros saíriam de grandes clubes europeus e viriam reforçar os nossos clubes locais?
Grandes jogadores latinos também tem feito este caminho de volta, voltando a jogar nos clubes de seus países de origem ou nos vizinhos.
O que aconteceu? Jogadores que tanto valorizavam o dinheiro agora estão jogando por amor ao clube?
Talvez isto pese um pouco, mas o que mais pesa é que os clubes brasileiros estão aprendendo a usar o marketing para gerar receitas e com isto manter estes jogadores em seus elencos.
Ronaldo no Corinthians bateu recordes de vendas de camisas em apenas 1 dia de venda. Fora isto é garoto propaganda de várias marcas que apoiam o clube do Parque São Jorge. Estes jogadores são "imagens" que qualquer empresa gostaria de estar associada. Fora isto são "outdoors" que gingam seus corpos atrás da bola em cadeia nacional.
O último jogador a voltar para as terras tupiniquins foi Robinho. Voltou para o Santos para jogar até agosto e foi recebido como um rei pelo rei do futebol. Pelé foi recepciona-lo em sua apresentação de pompa, com direito até a chegada de helicoptero.
E com isto ganham todos. A torcida que tem um prazer maior de ir ao campo ver seus ídolos em ação, os clubes que aumentam sua receita, os jogadores que estão "em casa" e o brasileiro em geral que gosta de futebol e tem visto jogos mais disputados pelos times mais competitivos.
Ainda veremos o campeonato brasileiro sendo assistido pelos europeus...
E aí sim a inversão estará completa.
Viva o marketing ajudando a elevar a paixão maior do Brasileiro.
Quem diria anos atrás que grandes jogadores do nível de Ronaldo, Robinho, Adriano Imperador e outros saíriam de grandes clubes europeus e viriam reforçar os nossos clubes locais?
Grandes jogadores latinos também tem feito este caminho de volta, voltando a jogar nos clubes de seus países de origem ou nos vizinhos.
O que aconteceu? Jogadores que tanto valorizavam o dinheiro agora estão jogando por amor ao clube?
Talvez isto pese um pouco, mas o que mais pesa é que os clubes brasileiros estão aprendendo a usar o marketing para gerar receitas e com isto manter estes jogadores em seus elencos.
Ronaldo no Corinthians bateu recordes de vendas de camisas em apenas 1 dia de venda. Fora isto é garoto propaganda de várias marcas que apoiam o clube do Parque São Jorge. Estes jogadores são "imagens" que qualquer empresa gostaria de estar associada. Fora isto são "outdoors" que gingam seus corpos atrás da bola em cadeia nacional.
O último jogador a voltar para as terras tupiniquins foi Robinho. Voltou para o Santos para jogar até agosto e foi recebido como um rei pelo rei do futebol. Pelé foi recepciona-lo em sua apresentação de pompa, com direito até a chegada de helicoptero.
E com isto ganham todos. A torcida que tem um prazer maior de ir ao campo ver seus ídolos em ação, os clubes que aumentam sua receita, os jogadores que estão "em casa" e o brasileiro em geral que gosta de futebol e tem visto jogos mais disputados pelos times mais competitivos.
Ainda veremos o campeonato brasileiro sendo assistido pelos europeus...
E aí sim a inversão estará completa.
Viva o marketing ajudando a elevar a paixão maior do Brasileiro.
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