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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Como conquistar clientes no natal!


Ah, o natal chegou.

Dezembro é o melhor mês para o comércio em geral, e para constatar isto basta uma rápida passada em algum centro de compras. Muita gente se trombando, filas até na escada rolante, muita agitação, muita sacola na mão e muita alegria para os lojistas.
Para alguns comércios dezembro é o mês de recuperar o prejuízo de quase um mês inteiro.
Puxando esta deixa, do natal, queria propor duas reflexões.

Cresce a cada ano o número de Shoppings Centers no Brasil. Este fato pode ser explicado pela segurança e comodidade que estes centros de compras trazem para os lojistas e para os consumidores. Estacionamento, praça de alimentação, várias lojas juntas para pesquisar, etc.
Com tantos shoppings espalhados pelas cidades as administradores destes tem que ajudar no apelo aos consumidores pelas suas lojas. Não basta uma loja anunciar, o shopping também tem que exaltar os benefícios de se fazer compras ali e não no shopping concorrente.
E isto tudo tem se refletido ultimamente na estratégia “Quem oferece a melhor premiação no sorteio de Natal”. A estratégia inteira de final de ano tem se encerrado nisto.
Aqui em Belo Horizonte tem shopping sorteando Apartamento Mobiliado, outro sorteando alguns carros importados, etc. São prêmios que podem chegar até a R$ 500.000,00
Será que esta é a estratégia mais acertada? Ou será que em um mercado onde todos propõe esta estratégia ela torna-se a única?
Não seria mais acertada uma estratégia de longo prazo, com a conquista diária destes clientes diariamente?

A segunda reflexão é sobre atendimento. Fui comprar um cartão de natal em um shopping perto do escritório hoje. Entrei em uma mega store de uma livraria famosa por aqui.
A livraria modificou algumas coisas cruciais para o bom atendimento em minha visão.
Loja cheia, vendedores atarefados e todos os itens das prateleiras sem nenhuma indicação de preço. Nenhuma etiqueta, nenhuma tabela, nada. Terminais de consulta de preço "Sem conexão" e você que se vire para descobrir o preço.
Depois destas e que me pergunto o porque de uma empresa investir tanto em divulgação e se esquecer do básico, que é o bom atendimento. Vale a pena?

Enquanto ninguém pensa nisto aproveite seu final de ano, tenha um Feliz Natal e que em 2012 todos os seus desejos se realizem!

sábado, 28 de agosto de 2010

Marketing político e os sabões em pó! Qual limpa melhor?

Ontem a noite estava no meu carro e escutei um comentário da Dora Kramer, da Band News FM sobre uma pesquisa que apontou um “cansaço” do brasileiro com a propaganda partidária.
Como sempre com bons comentários a Dora concluiu comentando que a “formula”, vigente desde 1989 tem que mudar.

Pois é, esta é a campanha das mudanças. Como as pinturas e cartazes em muros e postes estão proibidos as ruas estão mais limpas, pois apenas a distribuição de santinhos e colocação de faixas e placas temporárias são permitidas.

Agora na TV e no rádio o que temos é uma “evolução” dos programas. Antes utilizados para apresentar programas de governo hoje são programas publicitários que apresentam os candidatos com “solução” para todos os problemas.

Bom, voltemos um pouco na teoria da publicidade (me perdoem, será de forma bem “rasa”).

Uma boa propaganda é aquela que apresenta um problema e a solução para este problema.

Mesmo que seja um problema que você nunca se deu conta, e que te faz pensar depois do termino do comercial: Poxa, como vivi sem isto até hoje?

A publicidade vende solução para os problemas, vende sonhos...

Então os políticos se dividem em dois:

Situação: São os que estão no poder. Estes mostram os problemas que já foram resolvidos, os que estão sendo resolvidos e colocam em cima um verniz de novidade em cima de sua imagem. Em uma visão de produto, seriam como o sabão em pó Omo, que já é líder de mercado, mas sabe que se não inventar de vez em quando um ingrediente X, colocar um amaciante junto com o sabão ou mudar a embalagem seus consumidores podem troca-lo pelo Ariel.

Oposição: Estes colocam o dedo na ferida. Mostram os problemas atuais, destacam suas qualidades como solucionadores de problemas e se mostram como “O Novo”, mesmo que este novo já não seja assim tão novo... São como o sabão em pó Ariel. É sempre a novidade das prateleiras do supermercado. Lava a roupa muito bem, mas está de fora do lar da maioria dos consumidores. Então investe em ponto de venda, em comercial de TV, faz teste de limpeza e procura conquistar os consumidores em outras frentes, afinal tem o apoio de celebridades que lavam roupas com Ariel.

Ok, a comparação termina aqui. Se nas gôndolas o Omo será ainda por um bom tempo o preferido das donas de casa, na política tudo pode mudar, afinal de contas, até de partido os elegíveis da vez podem mudar. Tudo para estar sempre por cima.

Então continuemos pelos próximos dias ainda assistindo políticos caminhando pelas ruas abraçando o povo, prometendo mundos e fundos, lendo na TV e no rádio falas escritas por publicitários experientes em marketing político que os “dirigem” para que pareçam o mais natural possível.

É Dora, realmente o formato está desgastado. Novas formas de interação são necessárias, talvez tanto quanto uma renovação no jeito de se fazer política. Acima de tudo deveríamos estar assistindo ao debate de idéias, propostas, que deveriam ser registradas em cartório, e com a pena de se não cumpridas garantisse ao candidato ator no mínimo a inegibilidade eterna.

Talvez com a imagem dos políticos renovada os “comerciais” eleitorais fossem mais digeríveis. Alias, um dos princípios da propaganda é nunca prometer o que você não pode entregar. Se você promete o que não cumpre o Conar retira seus comerciais do ar e o Procom pode te processar.

Pensem nisto!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Programas de fidelidade

Depois de mais um longo e tenebroso inverno estamos de volta.


Me aconteceu algo no mínimo curioso esta semana.

Como bom profissional de marketing gosto de viver as experiências que as empresas e suas marcas me proporcionam. Por isto, sempre respondo pesquisas, participo de campanhas e programas de incentivo, concursos, promoções e outros.

É sempre muito valido este exercício, pois te permite participar do processo com olhos de consumidor e com olhos de profissional.

Pois bem, um destes programas que participo é o da rede de farmácias Droga Raia.

Eles tem uma ferramenta bem interessante dentro de seu sistema. Toda vez que você vai comprar algo, antes de processar sua compra o atendente lhe pergunta se você é participante do programa. Em caso positivo lhe é solicitado o número de identificação no programa (número próprio, CPF ou Identidade). Após entrar com estes dados o sistema retorna com "ofertas especiais" para aquele cliente.

Como profissional de marketing, acho uma grande sacada, mas...

O sistema tem um grande furo. Pergunta:

Se eu tenho todos os seus dados (sexo, data de nascimento, etc, etc, etc) além de seus hábitos de compra (itens comprados, peridiocidade da compra, ticket médio, etc) eu tenho a capacidade de lhe oferecer ofertas especiais que farão você comprar certo? Afinal, este método visa estimular o consumo por impulso. Eu estou no PDV, recebo uma oferta bacana que me faz comprar, correto?

Na teoria tudo é muito bacana, porém no referido sistema da referida drogaria o sistema me retornou ofertas imperdíveis para um homem:

- Esmalte com 15% de desconto

- Absorvente com 10% de desconto

Tudo bem, alguém vai dizer que poderia ter comprado para alguma mulher da minha vida ou sei lá...

Mas, normalmente compramos por impulso algo de necessidade ou utilidade pessoal. Ninguém compra um pente por impulso se for careca...

A lição que devemos tirar aqui é que um sistema de sugestões, que tem por objetivo estimular compras por impulso deve ser muito bem amarrado, oferecendo o produto certo para o cliente certo na hora certa...

Concorda? Discorda? Algo a acrescentar? Use nossos comentários.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Quer ganhar uma fantasia de homem lata da Skol?

Eu já havia comentado aqui sobre os comerciais da Skol para o carnaval.
Confirmando o que eu desconfiava, eles realmente estão atrás de uma ação de Street marketing.
Estão até sorteando fantasias de homem lata. Interessou e quer uma? Acesse aqui. Link direto para o hot site da promoção.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A maldição do brindisinho, do flyerzinho e outras historias.

Um post antes de seguirmos com a nossa Série Marketing Funciona?
Acho que devia uma melhor explicação sobre o porque de se escrever esta série.
Em um mercado competitivo temos uma fórmula que tende a se tornar explosiva.
Muitos fabricantes de brindes, gráficas e revistas, todos querendo vender seus produtos. Grande competição aqui por qualquer venda. Vamos chamar esta turma de “X”.
Do outro lado temos muitas empresas em qualquer ramo de atividade disputando seus mercados. Aqui também temos muita competição. Esta turma então será a “Y”.
Do lado X, por conta da competição as empresas se lançam vorazes sobre qualquer tipo de empresa que pareça como um possível cliente. Como a competição é acirrada, pagam-se salários ou comissões baixas para vendedores extremamente despreparados, que oferecem seus produtos a torto e a direita, sem nenhum direcionamento e nenhuma preocupação se aquela é a solução de mídia para aquele cliente. Um exemplo de vendedores despreparados aqui. Ou um mais recente. Recebi na minha empresa há duas semanas um atrapalhado vendedor que chegou aqui de paraquedas. Estava passando na porta e resolveu entrar. Quando fui atender o rapaz ele já chegou a minha mesa com uma Squezze na mão, me falando que era o brinde ideal para minha empresa, porque as pessoas as levam para todos os lugares e blá-blá-blá. Enquanto ele falava, eu pensava nas muitas squezzes que já ganhei em minha vida. Resumindo sem nem querer conhecer o meu negocio o cara já me apresentou a solução dos meus problemas.
Do lado Y, temos empresas que querem fazer de tudo para se sobressair em seus mercados, e vêem na visita destes vendedores a solução para seus problemas. O problema aqui é outro. Com visões limitadas e pouco conhecimento sobre estratégias de marketing estes empresários empregam seu dinheiro em mídias que nem sempre vão lhe trazer o retorno esperado, ou mesmo o retorno sobre o próprio dinheiro gasto naquela ação.
Este cenário se repete com as gráficas que propõe para as empresas flyers, cartazes e outros, ou com as editoras que oferecem anúncios em suas revistas e jornais também sem se preocupar se aquilo é vantajoso para aquela empresa.
Como sair desta ciranda? Para começar a nossa turma X deveria se preocupar não em vender brindes, gráficas e anúncios. Ao contrario disto, poderiam tentar enxergar as necessidades de cada empresa, e a partir daí oferecer soluções e não mais brindes e outros. Quando partimos para esta visão de solução todos ganham. Ganha a gráfica que oferecendo uma solução terá o cliente satisfeito e fará outros negócios com ele. Ganhará também o cliente que verá seu investimento em marketing retornar em forma de mais negócios e por isto anunciará mais, comprará mais brindes e fará mais material gráfico.

Concluindo, se estes vendedores fizessem um esforço para conhecer um pouco do negócio do cliente, de seu processo de venda e de seus clientes ganhariam todos.

Pense nisto e acompanhe a nossa serie.

Abraços

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Será que a moda pega?

Um fenômeno interessante tem acontecido no mercado publicitário mexicano.

Pequenas agências, com poucos funcionários e estrutura enxuta tem roubado clientes das grandes agências multinacionais. Contas como Nike, Volkswagen, Johnnie Walker, Sony e outras. O argumento utilizado pelas agências para conquistar a conta é que com elas a conta é atendida mais de perto, de forma mais pessoal. Por outro lado os clientes se sentem mais prestigiados, e retornam dizendo que com estas agências as campanhas são pensadas realmente em cima de seus problemas, e não para a agência se destacar e ganhar prêmios.

Será que a moda pega por aqui?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Se a Bema não resolver é só chamar a Neusa!

Escutei dois ou três novos spots no rádio para o anunciante Bematech.
O mote é como a vida da pessoa que utiliza bematech em seu negócio é facilitada pela utilização dos aplicativos e equipamentos da marca.
Se o cara chega cedo em casa deve agradecer a Bema.
Minha sugestão, se a bema não te fizer chegar mais cedo em casa, e os processos fugirem do controle, resultando em uma dor de cabeça é só chamar a Neusa.
No caso a Neosaldina, chamada carinhosamente em seus comerciais de Neusa...

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Novas mídias


Postei aqui há pouco tempo um artigo falando sobre novas mídias, baseando-me em São Paulo onde outrora s fonecedores de mídias externas tinham o seu oasis brasileiro.

Pois bem, estes dias me deparei com um notícia postada no Propmark, citando uma nova mídia de uma empresa que explorava mídias externas em Taxis. A nova mídia tem o nome de TVTX, e transmite conteúdo e propaganda dentro de alguns taxis (aproximadamente 100), que atendem o aeroporto de São Paulo.

Esta mídia não é nova, já era utilizada fora do Brasil, mas de qualquer forma, mostra a capacidade dos mídias de correr atrás de outras soluções para se comunicar com seus clientes.

Brava gente marketeira.

sábado, 4 de julho de 2009

Elma Chips lança Ruffles Do Seu Jeito para agradar meninos e meninas




Criar produtos específicos para públicos específicos.

Apostando no marketing segmentado, a Rufles lança duas novas batatas, uma de barbecue e costelinha, voltada para os meninos e de cream cheese voltada para as meninas.

É isto, quem quiser aumentar seu faturamento em um mercado cada vez mais saturado e confuso terá que segmentar sempre. Descobrir públicos específicos e criar produtos para os mesmos.

Para divulgar os novos sabores, foram criadas ações de promoção através de seu site e dois vídeos para a TV produzidos pela AlmapBBDO.

A Elma Chips deu a receita.
E você? Qual é o seu sabor?

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Alcool e Direção... Qualquer dose pode ser a gota d'água!



Estava voltando ontem à Belo Horizonte quando me deparei com esta garrafa gigante ao lado.
Com o mote: Qualquer dose pode ser a gota d'água, o Ministerio da Justiça através desta ação quer alertar ao motorista do risco de beber e dirigir. Vai aí um belo exemplo do como omarketing pode impactar positivamente as pessoas. Bela campanha de concientização.
Foram instaladas duas garrafas destas, uma no anel rodoviario e outra na praça do papa, zona sul da capital. Para quem não consegiu visualizar direito, é um carro deformado por um acidente "engarragado". Muito bem bolada, e de alto impacto, o objetivo é diminuir os acidentes e mortes causadas por esta dupla explosiva.
Então, já sabe, se beber, não diriga.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Exemplos de comunicação integrada

Está no ar há algumas semanas alguns comerciais da Porto Seguro sobre seus novos serviços automotivos. Precisamente centros automotivos. São comerciais bem divertidos. Veja o video de um deles clicando aqui. O que mais me chamou a atenção nestes comerciais e que são cenas parecidas para rádio e tv. Parecidas na tematica. Um casal, um carro e barulhos resolvidos com a compra de um som super potente. O mais legal e que foram feitos comerciais diferentes com linguagens diferentes para os dois meios. A situação do spot do rádio lhe transmite para dentro da cena, apenas pela imaginação. Belo trabalho da Caso Design Comunicação. Tentei achar o audio para colocar aqui mas não encontrei. Uma pena.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Metamorfose em ação: Unibanco está virando Itaú

Nota do Mundo do Marketing de hoje, chama a atenção para a metamorfose que o Unibanco está sofrendo. Ao menos nos comerciais. A nota chama a atenção para os detalhes em laranja, cor do Itaú, que aparecem em todas as cenas do comercial. Veja aqui no youtube.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Noticias na mídia + coca-cola

Navegando por aí hoje, me chamou a atenção duas noticias desta semana.
A primeira é que finalmente, depois de 52 anos as Casas Bahia abriram sua primeira loja na Bahia. Veja a matéria completa clicando aqui. A empresa tem este nome porque na década de 50 os primeiros clientes de Samuel Klein eram retirantes nordestinos que vinham para São Paulo ganhar a vida.
A segunda noticia que me chamou a atenção e o desejo da Coca-Cola de modificar a remuneração das agências que trabalham para ela. Agora, para trabalhar com a coca-cola a agência será remunerada pelos resultados que suas campanhas proporcionarem. Sem resultados, sem lucros para as agências, que terão reembolsados apenas os custos das campanhas.
Será que pega???? Mais aqui, e depois comentem aí embaixo.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Esporte e música, mistura que vende!


Estava dando uma volta pelo shopping um dia destes e me deparei com a loja ao lado. Eles estão com uma promoção bem interessante. A cada X reais em compras ou x/2 no cartão da loja deles você ganha um Cd. São duas opções de CD, um para treino leve outro para treino pesado. Enquanto passava pela loja, encantado com a promoção comecei a maquinar a respeito dela. Quem corre ou pedala sabe o gás a mais que uma música te proporciona. A música certa então... Para isto dois Cds. Um para os dias que vc quer treinar leve e outro para os dias que vc quer pegar pesado no treino. Boa sacada. Os números de incremento de vendas devem estar soando como música para os ouvidos da empresa...

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Como não usar uma ferramenta de vendas



Estive visitando na semana santa minha cidade natal, a bela Diamantina, interior mineiro.
A cidade por ser patrimonio da humanidade recebe muitos turistas. Para quem conhece Diamantina, esta foto foi tirada de um bar na rua da quitanda, mais conhecida como largo da abaíuca. Para quem não conhece, é uma pequena rua fechada ao transito de veículos, com v
ários bares que colocam suas mesas na rua. Pois bem. Estava passando pelo local e me deparei com a mesa da foto ao lado. Observem na foto do detalhe. A mesa é de um bar que também vende pastel. A mesa então seria uma ferramenta bem apropriada para uma boa promoção. Mas... Está com os valores apagados. Impressionante como alguns comerciantes tem boas ferramentas nas mãos e não as utilizam, ou utilizam mas não de maneira completa. Uma mesa não precisa ser apenas uma mesa, pode ser uma ferramenta de vendas!!!!

terça-feira, 3 de março de 2009

Buteco do Marketing, aqui o marketing desce redondo!!!!!


Vamos então começar.
Já estava há algum tempo querendo dar vida a este blog.
Faltava tempo e sobrava também um pouco de preguiça nos momentos de ócio, devo envergonhosamente, mas humildemente admitir.
Então eis que nasce o Buteco do Marketing.
O Marketing, que para mim nasceu junto com o homem das cavernas, que desenhava nas cavernas anúncios rudimentares, cresceu, foi adotado por Kotler e hoje tem incontáveis filhos, entre os mais conhecidos, Publicidade & Propaganda, Merchandising, Guerrilha, Buzz, Viral, etc, etc e etc.
Pois bem, é sobre este vasto mundo o assunto deste blog.
Queria começar com um questionamento.
O marketing de guerrilha, com seu baixo custo associado é para as pequenas empresas uma oportunidade de reeditar a luta de Davi contra Golias??????



Fica o questionamento para os próximos tópicos.
Até lá.

Marcus Nunes