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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Spoleto e as redes sociais, ou um manual de como reagir quando falam mau da sua marca na internet.


Imagine você um dia abrir a sua rede social e se deparar com um video satirizando a sua empresa. E o pior, o video está sendo assistido por uma grande quantidade de pessoas.
A maioria das empresas entraria com um processo, pediria para remover o video e talvez faria um estrago maior do que se não tivesse entrado na discussão.
O Spoleto fez diferente.
A história começou com o humorista Fabio Porchat, que produziu e postou um video satirizando o jeito Spoleto de servir refeições.
Para aproveitar a repercussão do video e dar uma resposta, a empresa contratou o próprio humorista para produzir a sequência do video, e aproveitar para abrir um canal para que os clientes comuniquem o mau atendimento. Show!
Vejam abaixo o video inicial e a resposta do Spoleto.
Vale a pena!



Vi hoje na Exame.com

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Como conquistar clientes no natal!


Ah, o natal chegou.

Dezembro é o melhor mês para o comércio em geral, e para constatar isto basta uma rápida passada em algum centro de compras. Muita gente se trombando, filas até na escada rolante, muita agitação, muita sacola na mão e muita alegria para os lojistas.
Para alguns comércios dezembro é o mês de recuperar o prejuízo de quase um mês inteiro.
Puxando esta deixa, do natal, queria propor duas reflexões.

Cresce a cada ano o número de Shoppings Centers no Brasil. Este fato pode ser explicado pela segurança e comodidade que estes centros de compras trazem para os lojistas e para os consumidores. Estacionamento, praça de alimentação, várias lojas juntas para pesquisar, etc.
Com tantos shoppings espalhados pelas cidades as administradores destes tem que ajudar no apelo aos consumidores pelas suas lojas. Não basta uma loja anunciar, o shopping também tem que exaltar os benefícios de se fazer compras ali e não no shopping concorrente.
E isto tudo tem se refletido ultimamente na estratégia “Quem oferece a melhor premiação no sorteio de Natal”. A estratégia inteira de final de ano tem se encerrado nisto.
Aqui em Belo Horizonte tem shopping sorteando Apartamento Mobiliado, outro sorteando alguns carros importados, etc. São prêmios que podem chegar até a R$ 500.000,00
Será que esta é a estratégia mais acertada? Ou será que em um mercado onde todos propõe esta estratégia ela torna-se a única?
Não seria mais acertada uma estratégia de longo prazo, com a conquista diária destes clientes diariamente?

A segunda reflexão é sobre atendimento. Fui comprar um cartão de natal em um shopping perto do escritório hoje. Entrei em uma mega store de uma livraria famosa por aqui.
A livraria modificou algumas coisas cruciais para o bom atendimento em minha visão.
Loja cheia, vendedores atarefados e todos os itens das prateleiras sem nenhuma indicação de preço. Nenhuma etiqueta, nenhuma tabela, nada. Terminais de consulta de preço "Sem conexão" e você que se vire para descobrir o preço.
Depois destas e que me pergunto o porque de uma empresa investir tanto em divulgação e se esquecer do básico, que é o bom atendimento. Vale a pena?

Enquanto ninguém pensa nisto aproveite seu final de ano, tenha um Feliz Natal e que em 2012 todos os seus desejos se realizem!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A Lógica dos Canais de Distribuição em tempos de internet

Saiu hoje na coluna do Luiz Alberto Marinho no BlueBus, os consumidores brasileiros apesar de comprarem cada vez mais na Web, pesquisam muito na Web e compram em lojas físicas.
Ou seja, a presença da sua empresa na Web não é importante só como um canal de vendas, é importante também como um canal de pesquisas.
A cada ano que passa aumenta o percentual de consumidores que compram na Web, isto é fato, o que preocupa é aquele empresário que tem dois preços, um preço na loja física e outro mais baixo na loja virtual, afinal de contas não precisa pagar a comissão do vendedor.
A estes, junto com os que ainda não entenderam que devem ter o seu lugar na Web em destaque, vai a minha dica: repensem sua presença online.
Lembrando o meu amigo, guru e mestre Gustavo Syllos, da consultoria Forma & Conteúdo, não importa o canal pelo qual o cliente chegou até você, o preço tem que ser o mesmo.
Portanto meu amigo que pratica preços diferentes em canais diferentes, cuidado, você pode estar perdendo vendas e clientes. Afinal de contas, um cliente frustrado por encontrar na sua loja física um preço diferente da virtual dificilmente voltará a comprar ou a consultar a sua loja.
E para você que ainda não embarcou no mundo digital, a conversão do mundo Online com o Offline é fato. Quem ficar para trás vai ficar só na memória saudosa, no mesmo lugar que ficaram os donos de Vendas de antigamente, que vendiam tudo a Granel tirado de enormes sacas e anotavam na caderneta.
E você? Aonde quer estar?

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Marketing, Futebol e Paixão - Marketing Esportivo

Há algum tempo estava ensaiando um artigo falando sobre como o marketing esportivo está sendo alavancado no Brasil Pré Copa do Mundo.
Os amantes do esporte bretão já devem ter se cansado de ver jogadores comemorando gols ao estilo João Sorrisão, mascote criado pela Venus Platinada Rede Globo para promover sua marca aos quatro cantos do Brasil.
Não tem jeito, basta um jogador fazer gol até em peladas entre amigos que lá vem a comemoração do João.
Faça uma busca do Youtube e veja a quantidade de vídeos relacionados.
Bom, aos que não se recordam, na copa de 1994, os gols do Tetra Brasileiro eram comemorados com o dedo indicador para cima, numa clara referência à Brahma Chopp, patrocinadora da seleção brasileira.
O que mudou de 1994 para cá? Basicamente tudo. 1994 talvez tenha marcado o início das estratégias alternativas dentro do futebol, que hoje despontam com estratégias de massificação como esta da Globo ou com estratégias de lembrança de marca, como a noticiada hoje na Folha de São Paulo, onde a diretoria do Palmeiras incentivou os jogadores a comemorar seus gols simulando o ato de dirigir um carro, "homenageando" seu maior patrocinador, a Fiat automóveis, que comemora este ano 35 anos no Brasil.
Em uma outra visão, este casamento Futebol + Marketing está adiando a saída para o exterior de jovens craques, como o Ganso ou Neymar, que graças a acordos de patrocínio exclusivos podem adiar suas estréias em campos europeus.
Mas apesar de cases que surgem, tudo isto ainda é muito recente no Brasil, e muitas das estratégias ainda são testes para se chegar a um formato que se reflita em exposição e retorno para os anunciantes.
E segue o jogo rumo a 2014!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Estratégia de Vendas da Renata

Qual a melhor estratégia de vendas e marketing do mundo?


Qual a receita de sucesso para deixar consumidores satisfeitos e gerar recompra?

Fico as vezes analisando algumas campanhas promocionais de lojas, bancos, empresas aéreas e outras que descrevem as maravilhas de ser cliente desta empresa em detrimento de outras.

Tudo muito lindo, muito bacana, afinal de contas quem não se comunica se trumbica, ou a propaganda é a alma do negócio, certo?

Mas de que adianta descrever as maravilhas de uma loja de departamentos por exemplo, e quando você vai até a loja é mau atendido? Ou não tem acesso ao preço de um produto de forma prática?

Vivi isto na prática esta semana. Fui até uma loja de utilidades domésticas esta semana.

Vários itens não têm seus preços em etiquetas ou alguma outra comunicação. Ou seja, você tem que procurar um vendedor para consultar o preço. Na loja notei um grupinho de vendedoras que percorria toda a loja juntas, conversando alegremente, como se estivessem passeando. Passando pelos clientes sem ao menos fazer contato visual. Para descobrir o valor de uns copos tentei fazer contato visual, acenar, chamar... e nada. Atravessei a loja e chamei uma vendedora que veio atrás de mim visivelmente irritada, afinal de contas eu deveria estar atrapalhando o papo delas...

Pegou os copos e foi atrás do valor. Voltou, me informou o valor e sem questionar nada, ou tecer comentários, ou se colocar a disposição girou nos calcanhares e voltou a animada conversa. Imagino que deva ter chegado no grupinho perguntando o que ela havia perdido enquanto atendia um chato de um cliente.

Neste mesmo momento escutei um “Parabéns Renata”, anunciado pelo sistema de som da loja.

Continuei com as compras e volta e meia escutava este mesmo recado pelo sistema de som da loja. Como só isto foi dito nos altos falantes não identifiquei o porque.

Neste instante uma vendedora se aproxima de maneira bem solicita e pergunta se precisamos de alguma coisa, se não achamos algum item ou se precisamos de verificar algum valor.

Agradecemos pela atenção e antes de se afastar a vendedora soltou:

- Se precisarem de alguma coisa podem me chamar, meu nome é Renata.

Entendi neste momento o porque do parabéns.

Realmente a Renata é uma vendedora que faz a diferença, e com certeza deve ter uma comissão maior no final do mês, o que a faz permanecer sendo gentil e recebendo parabéns.

Moral da historia. Fazer propaganda é essencial, mas manter um bom atendimento é básico, primário e essencial. Uma boa propaganda pode levar um cliente a entrar em sua empresa para comprar. Mas se ele vai comprar, se vai voltar ou ainda se vai indicar para os seus conhecidos depende exclusivamente da experiência de compra que ele teve no local. E a experiência de compra depende da layout da loja, da ambientização, da climatização, da circulação e, principalmente, do atendimento.

Como eu já disse, isto é o básico, deve vir antes de tudo. É bom atendimento depende muito mais da atitude das pessoas do que qualquer coisa. Ou seja, além de tudo o investimento é baixo.

Então recado aos gestores de marketing de empresas: pensem em atendimento e experiência de compras antes de pensar em anunciar no intervalo da novela das 8.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Estratégia, sua empresa já tem uma?

Começamos hoje uma nova serie. A serie teorias estratégicas.


Estratégia de Posicionamento de Kotler, As 5 Forças de Porter, Estratégia do Mar Azul, a Estratégia de A Arte da Guerra, particularmente a minha preferida. São tantas as teorias de estratégias debatidas e inventadas atualmente que um pequeno empresário com escassos recursos, insuficientes para uma consultoria, deve se perguntar por onde começar, qual teoria seguir, qual o passo a passo, ou melhor, qual a receita do bolo para alavancar sua empresa, conquistar seus objetivos e destacar-se no mercado.

Em linhas gerais, se você tivesse como meta conquistar o Pico do Himalaia as estratégias seriam como os diversos caminhos e técnicas de escalada possíveis para atingir seu cume.

Ok, antes de mais nada, vamos com calma. Nenhuma empresa é igual a outra, e portanto, seguir receita de bolo é arriscar a vida da sua empresa.

O mais importante aqui é conscientizar de que sua empresa precisa de objetivos bem claros e definidos, que serão atingidos através de uma estratégia também clara e bem definida. A estratégia é a estrada que sua empresa irá seguir, com o devido mapeamento das curvas, radares, buracos e pedágios.

Qual é a ideal para a sua empresa? Depende. Qualquer uma delas pode ser aplicada, ou até uma fusão entre duas ou mais. Adote a que se apresentar, em sua visão, mais apropriada para sua empresa. Iremos comentar aqui neste espaço diversos modelos de estratégia, exemplificaremos a sua aplicação no dia a dia e vamos seguir juntos o passo a passo necessário.

Antes de mais nada, é importante conhecer as variáveis de seu negocio, em seus ambientes internos e externos. É importante saber de onde estamos saindo.

Para nos auxiliar neste etapa eu sugiro começar fazendo uma analise Swot de sua empresa, analisando os pontos Fortes, Fracos as Oportunidades e as Ameaças.

Há uma cena no filme Alice no País das Maravilhas, onde o Coelho em um encontro com a Alice lhe diz que quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve. Agora, na próxima etapa, traçamos nossos objetivos e metas.

Desenhe seus objetivos, suas metas. Este será o nosso objetivo.

Ok, agora sabemos de onde viemos e para onde vamos. Falta nos debruçar sobre os mapas para achar o melhor caminho. A partir desta semana vamos começar a comentar sobre algumas teorias estratégicas. Vamos analisar sua base, sua aplicação e mostraremos exemplos de empresas que utilizam cada uma destas teorias. A partir daí você pode identificar qual é a melhor estratégia para a sua empresa.

Minha dica desde já: pesquise, leia, debata, reflita, escreva, reescreva, analise, implante, acompanhe, corrija, pesquise de novo, leia de novo... O ciclo de planejamento estratégico de uma empresa nunca termina, afinal de contas, o cenário econômico muda, novos entrantes aparecem no mercado, novos produtos são lançados, etc. O importante é sempre ter em mente que uma empresa é um organismo vivo, e como tal está sempre em evolução.

Continuaremos a serie com a teoria de estratégia por posicionamento de Kotler.

Até lá!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O descompasso do marketing esportivo no Brasil

Algumas noticias da ultima semana, e especialmente me chamaram a atenção.
A primeira, veiculada em diversos canais foi a da proposta do Corinthians de erguer seu estádio com recursos de alguma empresa disposta a “patrocinar” o estádio, pratica recorrente mundo afora e quase nula no Brasil chamada naming rights, ou em um arranjo: direito de nome. Ou seja, a empresa que estiver disposta a bancar a construção do estádio terá direito a colocar a sua marca como nome do estádio durante um período de tempo acertado pelas partes. Um caso de sucesso é o Emirates Stadium do Arsenal da Inglaterra. Um caso tupiniquim oposto é o da Kyocera Arena, para quem não conhece a Arena da Baixada, estádio do Atlético Paranaense. Aqui no Brasil é comum o uso de naming rights em casas de shows e espetáculos, tais como o Claro Hall no RJ ou o Credicard Hall em São Paulo.
Porque o naming rights funciona no Brasil com as casas de show e não funcionam com os complexos esportivos? A principio pelo descompasso de interesses entre os diversos envolvidos. Basicamente, quando um grande time como o Corinthians vai jogar, atrai atenção da imprensa de diversas mídias, que não tem acordo com o patrocinador do complexo esportivo, e por isto mesmo não vai citar o nome da empresa sem receber por isto.
Ou seja, falta o alinhavo entre a empresa patrocinadora, o clube e a imprensa. Ouve um tempo que as grandes emissoras de TV quando transmitiam um jogo davam “um jeitinho” de não expor a logo dos patrocinadores dos clubes. Valia tudo, ângulo de câmera, efeito borrão, etc. Quando sentou-se na mesa clubes, patrocinadores e imprensa estipulou-se regras para a transmissão de partidas, como a proibição de desfocar ou outros “jeitinhos” para evitar as perdas dos patrocinadores, que investem muito para expor sua marca. E evoluímos para as salas de imprensa com fundos plotados, etc. O que falta para o naming rights pegar então? Mais uma rodada de negociações e acordos que satisfaçam todas as partes. E quem sabe partiremos para mais este passo na profissionalização do esporte bretão?
Outra noticia de descompasso que acompanhei saiu hoje. Inicialmente vi a noticia no Twitter do técnico Mano Menezes, e na sequência diversos canais eletrônicos já ditavam a noticia.
Mano Menezes é agora patrocinado pela Kaiser. Ok, mas a seleção não é patrocinada pela Brahma? Como funcionário da seleção o técnico não estaria “jogando” contra o patrimônio de uma das empresas que paga o seu salário? Não que este fato seja novidade, afinal de contas o ex-treinador da seleção Dunga era patrocinado pela Oi enquanto a seleção exibia o patrocínio da Vivo. Mas ainda sim, esta historia toda me causa muita estranheza, afinal de contas o cara é patrocinado por uma marca e quando vai dar entrevista coletiva aparece com um agasalho com a concorrente estampada. Se o contrato entre as partes não prevê nada a respeito disto, a ética pessoal ou profissional deveria valer para evitar esta situação de desgaste de 3 marcas: a da Brahma, da Kaiser e principalmente da marca Mano Menezes.
Concorda? Discorda? Opine aqui.

terça-feira, 30 de março de 2010

Imagem é tudo? Na política parece que sim.

Imagem é tudo?


É hoje o grande dia! O dia que os pré-candidatos-canditados saem de seus cargos públicos e se embrenham na campanha politica aberta. Assim, não que eles já não estejam em campanha, porque temos candidatos em campanha há pelo menos dois anos. Lei eleitoral para coibir existe para ser contornada, mas como este blog é para falar sobre marketing e não sobre as nuances da lei eleitoral brasileira vamos ao marketing.

Agora começa o embate de imagens. De um lado temos candidatos sem cargo público a algum tempo e que por isto se apoiam na imagem de: “Olha, sou o candidato tal e sou legal. As coisas precisam mudar e só eu posso mudar tudo o que precisa ser mudado.”

Do outro lado temos os candidatos que estão saindo agora de seus cargos e dizem: “Vocês sabe que eu sou legal. Tenho feito muitas coisas legais para vocês. Continuem comigo. Votem em mim”. O mais interessante da historia é que as propostas sempre ficam em segundo plano, nunca são debatidas. São até utilizadas, sempre coladas na imagem do candidato, como fossem parte integrante do carater e das qualidades daquele politico. Um vai ajudar os pobres porque ele mesmo vem da pobreza e sabe o que é ficar sem comer. O outro vai se concentrar em fazer o país crescer porque ele dirigiu grandes empresas e é um grande administrador.

Qual a mensagem tem mais chance de ser comprada pelos eleitores? A mensagem da mudança, a de olha tudo o que eu já fiz, ou quem sabe a de sou igual a vocês, ou talvez a de eu sei como fazer?

Todas elas tem chances no pleito. O que define no final não é a qualidade deste ou daquele, e sim as estrategias de imagem utilizadas na campanha. O que ganha eleição hoje no Brasil é como a imagem e trabalhada. Todos sempre são boas pessoas, humildes, preocupadas com o povo, mas sem deixar de lado a crescimento economico e a classe média e alta. Incongruente? Nem tanto. Nosso atual presidente só ganhou a primeira eleição quando deixou de lado os ataques aos bancos, a economia e aos adversários. Ao incorporar o “Lulinha paz e amor” ele deixou de atacar os adversário, continuou a falar para o povo, na linguagem do povo, mas ao mesmo tempo sofreu uma repaginada. Ganhou terno e gravata, novo corte de cabelo e de barba, e até mesmo, algumas intervenções plásticas. Se apoiou na imagem de homem do povo que sempre teve, porém se refinou um pouco. Começou a se dirigir à classe média e alta dando garantias de que nenhum absurdo seria feito para tirar o país da rota de crescimento. Venceu a eleição em cima de um candidato que tinha a imagem forte, mas que apostou errado suas fichas de campanha. Apostou no confronto, no desmerecimento do adversário em favor de suas idéias. Foi a vitoria de um candidato “sem cargo” em cima do candidato “com cargo”. Venceu a melhor estratégia mercadológica.

Este ano teremos uma situação impar. Dois dos mais fortes candidatos são “com cargo”. Historias diferentes, mas com pontos em comum.

As estrategias já estão traçadas e em pleno vapor. Qual delas prevalecerá este ano?

Façam suas apostas!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Morangos em forma de coração...




Se você é proprietario de um restaurante, que tal oferecer morangos em forma de coração em uma sobremesa a ser oferecida para aquele casal que foi comemorar uma data especial em seu restaurante?
Gostou da ideia, mas é complicado cortar um morango assim?
Não precisa cortar. Só comprar pronto. Um australiano desenvolveu a técnica.
Direto da BBC Brasil, postado no site da Folha Online.
Cada uma que aparece.


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Série Marketing Funciona? Parte 2: Ainda conhecendo seu consumidor, agora segmentado!

Vamos continuar conhecendo nosso consumidor.


Segmentação é uma forma que utilizamos para separar nossos clientes, ou targets em grupos segundo características comuns. Estas características podem ser de quatro formas a se saber:

1 - Geográfica – Separa as pessoas em critérios geográficos: Rua, bairro, cidade, estado, região, pais, etc.

2 – Demográfica – Separa pelas características médias da população, por exemplo: Renda, sexo, idade, profissão, escolaridade, religião, etc.

3 – Psicográfica – Neste quesito itens como estilo de vida, opiniões e personalidade dão a Tonica. Por exemplo podemos pegar as pessoas que gostam de levar a vida de forma saudável.

4 – Comportamental – Aqui selecionamos as pessoas segundo suas motivações para comprar ou consumir. Um exemplo, pessoas que compram carros caros pelo Status que a marca o confere. Sua motivação é a de comprar bens que lhe dão status.

Consumidores podem ser segmentados em uma, várias ou todos os itens. Depende do produto ou serviço. Segmentar seus clientes e/ou prospects e muito importante, pois a partir daí nossas estratégias passam a ser mais certeiras, pois temos como estudar o comportamento destes consumidores, e entender qual a melhor forma de aborda-los, onde e como anunciar, como faze-lo comprar mais de uma vez nossos produtos.

Aprofunde-se, vá a fundo. Há ótimos livros sobre comportamento do consumidor que vai abordar estes aspectos básicos aqui postados até outros mais complexos.

Sugestão? Comportamento do Consumidor de Engel, Blackwell e Miniardi.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Serie Marketing Funciona? Parte 1: Conhecendo seu consumidor

Então vamos lá começando a serie porque eu invisto em marketing e não tenho retorno.
Do começo, você abriu seu negócio, uma lanchonete, uma fábrica ou uma loja. Já tem um pequeno estoque, alguns clientes, mas o negócio não anda. O que será que acontece?
Antes de sair por aí mandando imprimir folhetos, comprando brindes ou mandando anunciar no jornal do bairro pare um instante.
Você conhece o seu cliente? Sabe do que ele gosta, o que faz com o seu produto, como compra, quem decide o que ele vai comprar, se faz dieta ou quanto gasta por mês em produtos similares aos seus? Conheça seu cliente antes de qualquer coisa. Conhecendo seu cliente você vai saber como atingi-los, como conversar com eles entre outros.
Então mãos a obra.
Defina antes de mais nada quem é o seu cliente.
Definido isto faça as perguntas básicas:
Quem é o seu cliente? Ou qual o perfil de seu cliente?
O que ele compra, como faz para comprar?
Quanto paga?
Qual é o uso de seu produto para ele?
O que fará ele comprar o seu produto e não o produto do seu concorrente?
Qual a idade dele, seu sexo, renda, localização geográfica.
São inúmeros os questionamentos, dependendo do seu ramo de atividade, mas o mais importante é fazer as perguntas certas, é identificar os seus motivos de compra.
Para aprofundar sobre isto procure artigos sobre comportamento do consumidor, comportamento de compra, psicologia do consumo/compra, segmentação e público alvo.
Continuamos com o nosso composto de marketing semana que vem.

Voltamos!!!

Boa tarde!

Mais um longo tempo longe do blog.
Foram dias difíceis. Perdi meu pai, mudanças de emprego e outras coisas.
Mas a vida segue e o blog também tem que seguir.
Novidades vindo por aí. Novos assuntos. Vamos voltar a falar sobre o composto de marketing conforme prometido.
Vou aproveitar e postar aqui um link para um dicionário de marketing, com alguns verbetes que volta e meia aparecem por aqui. O dicionário foi feito pelo site mundo do marketing e pode ser acessado clicando aqui. Muito útil este glossário.
Volto depois falando um pouco sobre comportamento do consumidor.
Até!

sábado, 29 de agosto de 2009

Marketing funciona??? Porque não funciona para minha empresa????

Tive uma conversa interessante esta semana com um amigo. O questionamento que ele me fez era que o marketing não funciona, que não adiantava apesar de ele já ter investido de diversas formas em sua agência de viagens não obtinha retorno.
Diversas vezes postei aqui fotos de oportunidades perdidas, de marketing mau e outros bem feitos. Para uma ação trazer retorno um passo a passo tem que ser feito. Definir público alvo, estudar a respeito dele, como se comunicar, etc. Vou escrever aqui sobre o passo a passo do marketing na proxíma semana. Antes só vou cumprir o prometido e postar sobre a mudança de identidade na FIAT. Bom final de semana!!!!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Se a Bema não resolver é só chamar a Neusa!

Escutei dois ou três novos spots no rádio para o anunciante Bematech.
O mote é como a vida da pessoa que utiliza bematech em seu negócio é facilitada pela utilização dos aplicativos e equipamentos da marca.
Se o cara chega cedo em casa deve agradecer a Bema.
Minha sugestão, se a bema não te fizer chegar mais cedo em casa, e os processos fugirem do controle, resultando em uma dor de cabeça é só chamar a Neusa.
No caso a Neosaldina, chamada carinhosamente em seus comerciais de Neusa...

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Novas mídias


Postei aqui há pouco tempo um artigo falando sobre novas mídias, baseando-me em São Paulo onde outrora s fonecedores de mídias externas tinham o seu oasis brasileiro.

Pois bem, estes dias me deparei com um notícia postada no Propmark, citando uma nova mídia de uma empresa que explorava mídias externas em Taxis. A nova mídia tem o nome de TVTX, e transmite conteúdo e propaganda dentro de alguns taxis (aproximadamente 100), que atendem o aeroporto de São Paulo.

Esta mídia não é nova, já era utilizada fora do Brasil, mas de qualquer forma, mostra a capacidade dos mídias de correr atrás de outras soluções para se comunicar com seus clientes.

Brava gente marketeira.

sábado, 4 de julho de 2009

Elma Chips lança Ruffles Do Seu Jeito para agradar meninos e meninas




Criar produtos específicos para públicos específicos.

Apostando no marketing segmentado, a Rufles lança duas novas batatas, uma de barbecue e costelinha, voltada para os meninos e de cream cheese voltada para as meninas.

É isto, quem quiser aumentar seu faturamento em um mercado cada vez mais saturado e confuso terá que segmentar sempre. Descobrir públicos específicos e criar produtos para os mesmos.

Para divulgar os novos sabores, foram criadas ações de promoção através de seu site e dois vídeos para a TV produzidos pela AlmapBBDO.

A Elma Chips deu a receita.
E você? Qual é o seu sabor?

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Um olhar sobre o passado das grande mídias e o futuro

São Paulo mudou. Quem conheceu a Paulicéia Desvairada há alguns anos sabe que em termos de mídia exterior nenhuma cidade no Brasil chegava perto de São Paulo. Letreiros gigantes, outdoors por todos os lados, busmídia, taxímidia, etc., etc. e etc.. Com o projeto cidade limpa, do prefeito Gilberto Kassab, toda mídia exterior foi proibida, e os letreiros nas fachadas dos prédios e empresas agora tem um tamanho padrão, bem reduzido. Confesso que é um pouco estranho andar por São Paulo. Parece um casamento entre passado, aquela cidade do começo do século passado, sem grandes anúncios gritando a todo o momento por atenção, com o futuro, de uma grande cidade cosmopolita com seus arranha céus, modernos ônibus e transito confuso. Agora o que está a prova é a competência principal que todo marketeiro/publicitário que se preze te quem ter, a criatividade. Portanto, um salva para esta brava gente que agora quebra a cabeça para criar mais do que anúncios ou novas campanhas. A briga agora é para criar novas mídias, ou quem sabe utilizar de outra forma, adaptando ou até revendo mídias pouco usadas.
Um exemplo de mudança acontece dentro dos metrôs e de suas estações. Se há algum tempo atrás apenas algumas empresas, no geral pequenas empresas, anunciavam para este público, a soma de falta de espaços para anunciar produtos com um grande aumento do transito e uma pitada de crise econômica, que tem feito muitos engravatados da Avenida Paulista irem para casa de metrô, meio mais econômico e rápido de se deslocar. Dentro das estações e dos trens novos displays foram colocados, além de TVs de plasma/LCD que transmitem notícias, informações úteis, e claro, alguns anúncios, com alguns “estreantes” nesta nova mídia: as grandes empresas. Vemos aqui uma “transferência” de mídias.
O ponto principal passa ao largo desta transferência de mídia. O que estamos assistindo não é exclusividade nem exceção, é tendência. Estamos assistindo agora uma revolução silenciosa, onde de um lado estão os anunciantes e a mídia e do outro está a população, que no geral aprovou esta “limpeza visual” feita na cidade de São Paulo. O caminho então é transferir mídia para outros lugares? Lugares fechados onde o poder publico não tem poder? Até acredito que algumas mídias como as TVs dentro de metrôs e elevadores vieram para ficar. Minha duvida é pela vida dos cartazetes em displays, tais como os das estações e trens do metrô.
Se alguma bolsa estivesse aberta a apostas, minha aposta seria na transferência de esforços das mídias tradicionais para as mídias que interagem com os consumidores, tais como celulares, street marketing e tantos outros que fogem do tradicional.
A explicação é simples, estas mídias nasceram com o propósito de fugirem do lugar comum das mídias tradicionais, nasceram com o propósito da interação, de serem diferentes, de conquistarem a confiança do consumidor por falarem com cada um de maneira exclusiva. Bem vindos ao futuro da comunicação.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Alcool e Direção... Qualquer dose pode ser a gota d'água!



Estava voltando ontem à Belo Horizonte quando me deparei com esta garrafa gigante ao lado.
Com o mote: Qualquer dose pode ser a gota d'água, o Ministerio da Justiça através desta ação quer alertar ao motorista do risco de beber e dirigir. Vai aí um belo exemplo do como omarketing pode impactar positivamente as pessoas. Bela campanha de concientização.
Foram instaladas duas garrafas destas, uma no anel rodoviario e outra na praça do papa, zona sul da capital. Para quem não consegiu visualizar direito, é um carro deformado por um acidente "engarragado". Muito bem bolada, e de alto impacto, o objetivo é diminuir os acidentes e mortes causadas por esta dupla explosiva.
Então, já sabe, se beber, não diriga.

sexta-feira, 26 de junho de 2009


Ops. Tivemos um pequeno hiato nas publicações mas estou de volta.

Não poderia hoje deixar de postar. O rei do pop morreu.

Michael Jackson morreu ontem em Los Angeles. Deixou para trás grandes sucessos e muitos discos vendidos no mundo todo. Michael, que começou a carreira ao lado de seus irmãos ainda criança, alcançou logo o estrelato e saiu em carreira solo. Polémicas a parte, o King of Pop soube como poucos explorar sua imagem. Ganhou muito dinheiro associando seu nome ou sua marca a vários produtos, que alavancaram muitas vendas ao redor do mundo.

Um celebre comercial para TV protagonizado por Jackson foi o da Pepsi em 1984. Veja aqui.

Ontem na Times Square a Pepsi fez sua homenagem, destacando a silhueta tão famosa e imediatamente associada ao dono.
Fica aqui a nossa homenagem ao rei do pop.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Exemplos de comunicação integrada

Está no ar há algumas semanas alguns comerciais da Porto Seguro sobre seus novos serviços automotivos. Precisamente centros automotivos. São comerciais bem divertidos. Veja o video de um deles clicando aqui. O que mais me chamou a atenção nestes comerciais e que são cenas parecidas para rádio e tv. Parecidas na tematica. Um casal, um carro e barulhos resolvidos com a compra de um som super potente. O mais legal e que foram feitos comerciais diferentes com linguagens diferentes para os dois meios. A situação do spot do rádio lhe transmite para dentro da cena, apenas pela imaginação. Belo trabalho da Caso Design Comunicação. Tentei achar o audio para colocar aqui mas não encontrei. Uma pena.