sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A maldição do brindisinho, do flyerzinho e outras historias.

Um post antes de seguirmos com a nossa Série Marketing Funciona?
Acho que devia uma melhor explicação sobre o porque de se escrever esta série.
Em um mercado competitivo temos uma fórmula que tende a se tornar explosiva.
Muitos fabricantes de brindes, gráficas e revistas, todos querendo vender seus produtos. Grande competição aqui por qualquer venda. Vamos chamar esta turma de “X”.
Do outro lado temos muitas empresas em qualquer ramo de atividade disputando seus mercados. Aqui também temos muita competição. Esta turma então será a “Y”.
Do lado X, por conta da competição as empresas se lançam vorazes sobre qualquer tipo de empresa que pareça como um possível cliente. Como a competição é acirrada, pagam-se salários ou comissões baixas para vendedores extremamente despreparados, que oferecem seus produtos a torto e a direita, sem nenhum direcionamento e nenhuma preocupação se aquela é a solução de mídia para aquele cliente. Um exemplo de vendedores despreparados aqui. Ou um mais recente. Recebi na minha empresa há duas semanas um atrapalhado vendedor que chegou aqui de paraquedas. Estava passando na porta e resolveu entrar. Quando fui atender o rapaz ele já chegou a minha mesa com uma Squezze na mão, me falando que era o brinde ideal para minha empresa, porque as pessoas as levam para todos os lugares e blá-blá-blá. Enquanto ele falava, eu pensava nas muitas squezzes que já ganhei em minha vida. Resumindo sem nem querer conhecer o meu negocio o cara já me apresentou a solução dos meus problemas.
Do lado Y, temos empresas que querem fazer de tudo para se sobressair em seus mercados, e vêem na visita destes vendedores a solução para seus problemas. O problema aqui é outro. Com visões limitadas e pouco conhecimento sobre estratégias de marketing estes empresários empregam seu dinheiro em mídias que nem sempre vão lhe trazer o retorno esperado, ou mesmo o retorno sobre o próprio dinheiro gasto naquela ação.
Este cenário se repete com as gráficas que propõe para as empresas flyers, cartazes e outros, ou com as editoras que oferecem anúncios em suas revistas e jornais também sem se preocupar se aquilo é vantajoso para aquela empresa.
Como sair desta ciranda? Para começar a nossa turma X deveria se preocupar não em vender brindes, gráficas e anúncios. Ao contrario disto, poderiam tentar enxergar as necessidades de cada empresa, e a partir daí oferecer soluções e não mais brindes e outros. Quando partimos para esta visão de solução todos ganham. Ganha a gráfica que oferecendo uma solução terá o cliente satisfeito e fará outros negócios com ele. Ganhará também o cliente que verá seu investimento em marketing retornar em forma de mais negócios e por isto anunciará mais, comprará mais brindes e fará mais material gráfico.

Concluindo, se estes vendedores fizessem um esforço para conhecer um pouco do negócio do cliente, de seu processo de venda e de seus clientes ganhariam todos.

Pense nisto e acompanhe a nossa serie.

Abraços

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Serie Marketing Funciona? Exemplos de Segmentação

Materia postada no Mundo do Marketing sobre segmentação para o público homosexual.
A materia fala sobre as empresas sem preconceito e que criaram produtos direcionados para este público.
Confiram.

Série Marketing Funciona? Parte 2: Ainda conhecendo seu consumidor, agora segmentado!

Vamos continuar conhecendo nosso consumidor.


Segmentação é uma forma que utilizamos para separar nossos clientes, ou targets em grupos segundo características comuns. Estas características podem ser de quatro formas a se saber:

1 - Geográfica – Separa as pessoas em critérios geográficos: Rua, bairro, cidade, estado, região, pais, etc.

2 – Demográfica – Separa pelas características médias da população, por exemplo: Renda, sexo, idade, profissão, escolaridade, religião, etc.

3 – Psicográfica – Neste quesito itens como estilo de vida, opiniões e personalidade dão a Tonica. Por exemplo podemos pegar as pessoas que gostam de levar a vida de forma saudável.

4 – Comportamental – Aqui selecionamos as pessoas segundo suas motivações para comprar ou consumir. Um exemplo, pessoas que compram carros caros pelo Status que a marca o confere. Sua motivação é a de comprar bens que lhe dão status.

Consumidores podem ser segmentados em uma, várias ou todos os itens. Depende do produto ou serviço. Segmentar seus clientes e/ou prospects e muito importante, pois a partir daí nossas estratégias passam a ser mais certeiras, pois temos como estudar o comportamento destes consumidores, e entender qual a melhor forma de aborda-los, onde e como anunciar, como faze-lo comprar mais de uma vez nossos produtos.

Aprofunde-se, vá a fundo. Há ótimos livros sobre comportamento do consumidor que vai abordar estes aspectos básicos aqui postados até outros mais complexos.

Sugestão? Comportamento do Consumidor de Engel, Blackwell e Miniardi.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Pesquisa sobre comportamento do consumidor de agências de viagem em Belo Horizonte

Fizemos esta pesquisa para um projeto aplicado do curso de marketing da Una-BH.
A pesquisa tinha como objetivo identificar o comportamento de compra dos clientes e não clientes de agências de viagens na hora de comprar seus pacotes para viajar.
Os resultados revelados por esta pesquisa foram muito interessantes, dando destaque a itens como qualidade de atendimento levando os passageiros a comprarem ou a não comprarem suas viagens em determinadas agências.
Coloquei a analise e os resultados da pesquisa no 4shared. Link aqui.
Quem quiser baixar, compartilhar, utilizar... Fiquem a vontade. Apenas coloquem os devidos créditos.

Quem quer convites para surfar o Google Wave

Quer ganhar um convite para entrar no Google Wave?
Adicione o perfil do Buteco do Marketing no Twitter e envie um twitt @butecodomkt completando a frase "O Marketing..."
Apresse-se, participarão da promoção as frases postadas até o sábado.
O resultado sai na segunda.
Acessa lá...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Serie Marketing Funciona? Parte 1: Conhecendo seu consumidor

Então vamos lá começando a serie porque eu invisto em marketing e não tenho retorno.
Do começo, você abriu seu negócio, uma lanchonete, uma fábrica ou uma loja. Já tem um pequeno estoque, alguns clientes, mas o negócio não anda. O que será que acontece?
Antes de sair por aí mandando imprimir folhetos, comprando brindes ou mandando anunciar no jornal do bairro pare um instante.
Você conhece o seu cliente? Sabe do que ele gosta, o que faz com o seu produto, como compra, quem decide o que ele vai comprar, se faz dieta ou quanto gasta por mês em produtos similares aos seus? Conheça seu cliente antes de qualquer coisa. Conhecendo seu cliente você vai saber como atingi-los, como conversar com eles entre outros.
Então mãos a obra.
Defina antes de mais nada quem é o seu cliente.
Definido isto faça as perguntas básicas:
Quem é o seu cliente? Ou qual o perfil de seu cliente?
O que ele compra, como faz para comprar?
Quanto paga?
Qual é o uso de seu produto para ele?
O que fará ele comprar o seu produto e não o produto do seu concorrente?
Qual a idade dele, seu sexo, renda, localização geográfica.
São inúmeros os questionamentos, dependendo do seu ramo de atividade, mas o mais importante é fazer as perguntas certas, é identificar os seus motivos de compra.
Para aprofundar sobre isto procure artigos sobre comportamento do consumidor, comportamento de compra, psicologia do consumo/compra, segmentação e público alvo.
Continuamos com o nosso composto de marketing semana que vem.

Voltamos!!!

Boa tarde!

Mais um longo tempo longe do blog.
Foram dias difíceis. Perdi meu pai, mudanças de emprego e outras coisas.
Mas a vida segue e o blog também tem que seguir.
Novidades vindo por aí. Novos assuntos. Vamos voltar a falar sobre o composto de marketing conforme prometido.
Vou aproveitar e postar aqui um link para um dicionário de marketing, com alguns verbetes que volta e meia aparecem por aqui. O dicionário foi feito pelo site mundo do marketing e pode ser acessado clicando aqui. Muito útil este glossário.
Volto depois falando um pouco sobre comportamento do consumidor.
Até!

sábado, 29 de agosto de 2009

Marketing funciona??? Porque não funciona para minha empresa????

Tive uma conversa interessante esta semana com um amigo. O questionamento que ele me fez era que o marketing não funciona, que não adiantava apesar de ele já ter investido de diversas formas em sua agência de viagens não obtinha retorno.
Diversas vezes postei aqui fotos de oportunidades perdidas, de marketing mau e outros bem feitos. Para uma ação trazer retorno um passo a passo tem que ser feito. Definir público alvo, estudar a respeito dele, como se comunicar, etc. Vou escrever aqui sobre o passo a passo do marketing na proxíma semana. Antes só vou cumprir o prometido e postar sobre a mudança de identidade na FIAT. Bom final de semana!!!!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

As marcas envelhecem?


As marcas envelhecem? Se elas envelhecem porque umas não mudam sua identidade visual ao passo que outras mudam sempre, quase de forma imperceptível, e outras mudam radicalmente?

Marcas de luxo normalmente pouco alteram sua imagem. Vejamos a Mercedez ou a por exemplo. Sua marca nada se alterou desde a criação. Quem não conhece e reconhece a estrela de 3 pontas dentro do circulo. Já se tornou um ícone, ou um memê. Você o vê e já associa com a marca Mercedez.

Outra turma é das marcas que renuvenescem suas marcas em conta gotas. O maior exemplo disto é a Coca Cola. Pequenas alterações em suas latas, garrafas e rótulos são feitas a cada ano. Por isto temos a impressão que esta é uma marca que não envelhece.

Falando em rejuvenecer, outra grande montadora automobilística mudou sua logomarca 3 vezes em menos de 10 anos. Do tradicional FIAT escrito inclinado sob um fundo azul a nova cara foi o escrito em outra fonte, em pé sob uma espécie de escudo com fundo azul. Esta cara durou pouco tempo, quando o escudo cresceu um pouco e ficou com mais curvas e o azul foi trocado pelo vermelho. Alias, esta historia da Fiat dá tanto pano pra manga que volto depois só para falar dela.

Mas continua a pergunta: As marcas envelhecem???

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Feito por você, e aí? Vai comprar?


Quando Henry Ford lançou o Ford T, primeiro automóvel produzido em série, este podia ser da cor que o cliente desejasse, nas palavras do próprio Ford, desde que fosse da cor preta.
Desde então os carros evoluiram muito, investimentos em design, aerodinamica, novas cores, novos materiais, motores mais pontentes, mais económicos, carros menores, maiores, mais leves, etc.
Chegamos aos anos 2000 e após uma pesquisa descobriu-se que carros com um número maior de nichos, os popularmente chamados porta-trecos eram os preferidos do público feminino, decisor de compra na maioria dos casos de compra de automóveis em uma família. Nasceu o Fiat Ideia, com inúmeros porta objetos, desde o teto até em baixo dos bancos e nas portas e paineis.
Carros customizados também estão na moda há algum tempo. Vide a quantidade de programas televisivos que pegam carros velhos de seus telespectadores e os renovam incluindo sistemas de som e dvds, além de inúmeras outras personalizações.
Qual o objetivo disto? No primeiro caso, ao aproximar o carro das necessidades de seu público consumidor, as montadoras aumentam a venda deste modelo, pois ele atende as necessidades destes consumidores. Além disto, ainda fica aquele gostinho de que o carro foi feito depois de escutarem a minha opinião.
Reflexo disto também são as customizações citadas. Ter um carro único, com elementos escolhidos pelo próprio usuário e sonho recorrente.
Indo muito a fundo dentro desta linha a Fiat lançou o projeto Fiat Mio, onde através do site www.fiatmio.cc, qualquer um pode dar palpites sobre tudo em relação ao carro. Como deve ser a abertura das portas, o tipo de tecido para o banco, motorização e diversos itens estão sendo sugeridos pelos internautas.
Não tenho noticias de outro produto que foi desenvolvido neste método, por isto, resta esperar pelo resultado. Principalmente pelos resultados de vendas deste produto.
Fiat Mio - Um carro para chamar de seu, feito por você, e aí? Vai comprar?

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Será que a moda pega?

Um fenômeno interessante tem acontecido no mercado publicitário mexicano.

Pequenas agências, com poucos funcionários e estrutura enxuta tem roubado clientes das grandes agências multinacionais. Contas como Nike, Volkswagen, Johnnie Walker, Sony e outras. O argumento utilizado pelas agências para conquistar a conta é que com elas a conta é atendida mais de perto, de forma mais pessoal. Por outro lado os clientes se sentem mais prestigiados, e retornam dizendo que com estas agências as campanhas são pensadas realmente em cima de seus problemas, e não para a agência se destacar e ganhar prêmios.

Será que a moda pega por aqui?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Se a Bema não resolver é só chamar a Neusa!

Escutei dois ou três novos spots no rádio para o anunciante Bematech.
O mote é como a vida da pessoa que utiliza bematech em seu negócio é facilitada pela utilização dos aplicativos e equipamentos da marca.
Se o cara chega cedo em casa deve agradecer a Bema.
Minha sugestão, se a bema não te fizer chegar mais cedo em casa, e os processos fugirem do controle, resultando em uma dor de cabeça é só chamar a Neusa.
No caso a Neosaldina, chamada carinhosamente em seus comerciais de Neusa...

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Novas mídias


Postei aqui há pouco tempo um artigo falando sobre novas mídias, baseando-me em São Paulo onde outrora s fonecedores de mídias externas tinham o seu oasis brasileiro.

Pois bem, estes dias me deparei com um notícia postada no Propmark, citando uma nova mídia de uma empresa que explorava mídias externas em Taxis. A nova mídia tem o nome de TVTX, e transmite conteúdo e propaganda dentro de alguns taxis (aproximadamente 100), que atendem o aeroporto de São Paulo.

Esta mídia não é nova, já era utilizada fora do Brasil, mas de qualquer forma, mostra a capacidade dos mídias de correr atrás de outras soluções para se comunicar com seus clientes.

Brava gente marketeira.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sacola reciclada patrão?


Hoje fui cedo até uma loja de reparo de peças plásticas para carro consertar o porta luvas de meu carro. Enquanto esperava pelo conserto me deparei com uma cena inusitada. Entrou na loja, um vendedor de sacolas recicladas. Algumas sacolas penduradas no braço, caneta já em mãos, entrou e saiu da loja muito rápido. Literalmente. O papo com o dono da loja foi o seguinte:

- Sacola reciclada patrão? Vários tamanhos.

- Não obrigado.

- Ok, obrigado.

Bem, possivelmente, a loja, por vender peças automotivas precisa de sacolas para embalar os produtos que seus clientes compram. Ok, eles podem ter muitas sacolas em estoque, ou coisa que o valha. Porém o nosso amigo vendedor, ou tirador de pedidos nunca ficará sabendo disto, porque passou a largo de uma venda.

Acredito que o contato poderia ter sido mais proveitoso se fosse feito desta maneira:

- Bom dia senhor! Meu nome é João, qual o do senhor?

- Carlos.

- Pois bem senhor Carlos, o senhor utiliza sacolas plásticas para embalar suas peças vendidas?

- Utilizo sim. Comprei uma grande quantidade recentemente.

- Entendo. Quando será a próxima compra de sacolas?

- Compro sempre a cada dois meses.

- E qual o tipo de sacolas que o senhor utiliza?

- Utilizo sacolas brancas normais.

- Vou apresentar-lhe brevemente minhas sacolas. São feitas de plástico reciclável e são bem resistentes. O seu custo é bem parecido com o das sacolas de plástico branco, mas o senhor leva vantagem em adquiri-las pois são mais resistentes e ajudam o meio ambiente. O senhor sabia que uma sacola de plásticos jogada no lixo demora até 400 anos para se decompor?

- Bem, como lhe disse, comprei sacolas a pouco tempo.

- Tudo bem. Vou agendar para lhe visitar dentro de 40 dias, para que possamos encomendar suas sacolas e recebe-las a tempo antes que suas sacolas atuais acabem. Também deixarei meu cartão de visitas para o caso do senhor precisar destas sacolas antes deste prazo.

Este processo não é garantia de vendas, porém nosso amigo vendedor de sacolas teria mais chances de vende-las se fizesse algo parecido e no prazo combinado entrasse em contato novamente com o cliente. Imaginei o papo, sem conhecer das necessidades de um setor (peças automotivas) e os benefícios do outro (sacolas), porém o levantar as necessidades do cliente e apresentar-lhe uma solução deveria ser parte de todo processo de vendas. Se não temos que contar com a sorte do nosso cliente estar precisando daquele produto naquele momento. Como não podemos depender só da sorte...

sábado, 4 de julho de 2009

Elma Chips lança Ruffles Do Seu Jeito para agradar meninos e meninas




Criar produtos específicos para públicos específicos.

Apostando no marketing segmentado, a Rufles lança duas novas batatas, uma de barbecue e costelinha, voltada para os meninos e de cream cheese voltada para as meninas.

É isto, quem quiser aumentar seu faturamento em um mercado cada vez mais saturado e confuso terá que segmentar sempre. Descobrir públicos específicos e criar produtos para os mesmos.

Para divulgar os novos sabores, foram criadas ações de promoção através de seu site e dois vídeos para a TV produzidos pela AlmapBBDO.

A Elma Chips deu a receita.
E você? Qual é o seu sabor?

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Um olhar sobre o passado das grande mídias e o futuro

São Paulo mudou. Quem conheceu a Paulicéia Desvairada há alguns anos sabe que em termos de mídia exterior nenhuma cidade no Brasil chegava perto de São Paulo. Letreiros gigantes, outdoors por todos os lados, busmídia, taxímidia, etc., etc. e etc.. Com o projeto cidade limpa, do prefeito Gilberto Kassab, toda mídia exterior foi proibida, e os letreiros nas fachadas dos prédios e empresas agora tem um tamanho padrão, bem reduzido. Confesso que é um pouco estranho andar por São Paulo. Parece um casamento entre passado, aquela cidade do começo do século passado, sem grandes anúncios gritando a todo o momento por atenção, com o futuro, de uma grande cidade cosmopolita com seus arranha céus, modernos ônibus e transito confuso. Agora o que está a prova é a competência principal que todo marketeiro/publicitário que se preze te quem ter, a criatividade. Portanto, um salva para esta brava gente que agora quebra a cabeça para criar mais do que anúncios ou novas campanhas. A briga agora é para criar novas mídias, ou quem sabe utilizar de outra forma, adaptando ou até revendo mídias pouco usadas.
Um exemplo de mudança acontece dentro dos metrôs e de suas estações. Se há algum tempo atrás apenas algumas empresas, no geral pequenas empresas, anunciavam para este público, a soma de falta de espaços para anunciar produtos com um grande aumento do transito e uma pitada de crise econômica, que tem feito muitos engravatados da Avenida Paulista irem para casa de metrô, meio mais econômico e rápido de se deslocar. Dentro das estações e dos trens novos displays foram colocados, além de TVs de plasma/LCD que transmitem notícias, informações úteis, e claro, alguns anúncios, com alguns “estreantes” nesta nova mídia: as grandes empresas. Vemos aqui uma “transferência” de mídias.
O ponto principal passa ao largo desta transferência de mídia. O que estamos assistindo não é exclusividade nem exceção, é tendência. Estamos assistindo agora uma revolução silenciosa, onde de um lado estão os anunciantes e a mídia e do outro está a população, que no geral aprovou esta “limpeza visual” feita na cidade de São Paulo. O caminho então é transferir mídia para outros lugares? Lugares fechados onde o poder publico não tem poder? Até acredito que algumas mídias como as TVs dentro de metrôs e elevadores vieram para ficar. Minha duvida é pela vida dos cartazetes em displays, tais como os das estações e trens do metrô.
Se alguma bolsa estivesse aberta a apostas, minha aposta seria na transferência de esforços das mídias tradicionais para as mídias que interagem com os consumidores, tais como celulares, street marketing e tantos outros que fogem do tradicional.
A explicação é simples, estas mídias nasceram com o propósito de fugirem do lugar comum das mídias tradicionais, nasceram com o propósito da interação, de serem diferentes, de conquistarem a confiança do consumidor por falarem com cada um de maneira exclusiva. Bem vindos ao futuro da comunicação.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Alcool e Direção... Qualquer dose pode ser a gota d'água!



Estava voltando ontem à Belo Horizonte quando me deparei com esta garrafa gigante ao lado.
Com o mote: Qualquer dose pode ser a gota d'água, o Ministerio da Justiça através desta ação quer alertar ao motorista do risco de beber e dirigir. Vai aí um belo exemplo do como omarketing pode impactar positivamente as pessoas. Bela campanha de concientização.
Foram instaladas duas garrafas destas, uma no anel rodoviario e outra na praça do papa, zona sul da capital. Para quem não consegiu visualizar direito, é um carro deformado por um acidente "engarragado". Muito bem bolada, e de alto impacto, o objetivo é diminuir os acidentes e mortes causadas por esta dupla explosiva.
Então, já sabe, se beber, não diriga.

sexta-feira, 26 de junho de 2009


Ops. Tivemos um pequeno hiato nas publicações mas estou de volta.

Não poderia hoje deixar de postar. O rei do pop morreu.

Michael Jackson morreu ontem em Los Angeles. Deixou para trás grandes sucessos e muitos discos vendidos no mundo todo. Michael, que começou a carreira ao lado de seus irmãos ainda criança, alcançou logo o estrelato e saiu em carreira solo. Polémicas a parte, o King of Pop soube como poucos explorar sua imagem. Ganhou muito dinheiro associando seu nome ou sua marca a vários produtos, que alavancaram muitas vendas ao redor do mundo.

Um celebre comercial para TV protagonizado por Jackson foi o da Pepsi em 1984. Veja aqui.

Ontem na Times Square a Pepsi fez sua homenagem, destacando a silhueta tão famosa e imediatamente associada ao dono.
Fica aqui a nossa homenagem ao rei do pop.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Exemplos de comunicação integrada

Está no ar há algumas semanas alguns comerciais da Porto Seguro sobre seus novos serviços automotivos. Precisamente centros automotivos. São comerciais bem divertidos. Veja o video de um deles clicando aqui. O que mais me chamou a atenção nestes comerciais e que são cenas parecidas para rádio e tv. Parecidas na tematica. Um casal, um carro e barulhos resolvidos com a compra de um som super potente. O mais legal e que foram feitos comerciais diferentes com linguagens diferentes para os dois meios. A situação do spot do rádio lhe transmite para dentro da cena, apenas pela imaginação. Belo trabalho da Caso Design Comunicação. Tentei achar o audio para colocar aqui mas não encontrei. Uma pena.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Metamorfose em ação: Unibanco está virando Itaú

Nota do Mundo do Marketing de hoje, chama a atenção para a metamorfose que o Unibanco está sofrendo. Ao menos nos comerciais. A nota chama a atenção para os detalhes em laranja, cor do Itaú, que aparecem em todas as cenas do comercial. Veja aqui no youtube.